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Superávit é sinal de responsabilidade, afirma secretário de Controle Interno

“O crescimento da arrecadação e o superávit nas contas do estado são fruto da reorganização administrativa, da austeridade e em nada minimizam os números do diagnóstico do governo que apresentamos em abril”

. A avaliação é do secretário estadual de Controle Interno, Mauro Munhoz, ao rebater alegações do deputado estadual Enio Verri (PT), que 90 dias depois da divulgação dos números ainda tenta desqualificar o diagnóstico da situação financeira do Estado, no qual foi apurado um déficit de R$ 4,5 bilhões nas contas públicas após oito anos do governo Requião/Pessuti, do qual o PT foi sócio titular.

Segundo Munhoz, nos primeiros oito meses o governo desembolsou pelo menos R$ 350 milhões só em restos a pagar. Ou seja, honrou despesas sem previsão orçamentária. “Muitos desses valores, foram usados para compra de medicamentos, pagamento de serviços hospitalares ou para pagar dívidas deixadas com professores e fornecedores”, afirmou Munhoz.

Para ele, as declarações de Verri não passam ilações de cunho político, sem fundamento ou cabimento. “O governo não faz caixa. O superávit é uma precaução, uma atitude responsável para chegar ao fim do ano com as contas equilibradas e garantir que os compromissos da administração previstos para este ano sejam plenamente cumpridos”, afirmou.

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