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Investigadora é suspeita de matar ambulante após discussão

Luiz Henrique de Oliveira e Sidney Alves da Banda B

Um assassinato chocou os pedestres que passavam pela rua José Loureiro com a Barão do Rio Branco, no Centro de Curitiba, no final da tarde desta sexta-feira (16). Primeiras informações apuradas pela reportagem da Banda B apontam que a investigadora da Polícia Civil desde 2000, Rita de Cássia Novak, que estaria afastada por problemas pessoais, teria discutido com um ambulante e atirou três vezes contra ele.

Existem duas versões apuradas pela reportagem da Banda B. A primeira foi com testemunhas que viram o crime e contaram que a suspeita teria comprado uma sobrinha e pedido uma nota, no entanto, o ambulante não quis fazer isso, esta discussão banal seria o motivo para o assassinato.

Já outra versão foi dada por uma fonte ligada à Polícia Civil. Segundo ela, a investigadora estava na rua com sua namorada quando o ambulante teria feito uma brincadeira com ambas. Isso teria sido o motivo para que ambulante e investigadora entrassem em luta corporal, que resultou nos disparos.

Foi tentada também uma versão oficial com os Policiais Militares que atenderam a ocorrência, mas ninguém quis falar sobre o caso.

A suspeita de ter cometido o crime não estava mais lá, testemunhas contaram que ela teria sido resgatada por policiais da Delegacia de Homicídios, para ser autuada em flagrante. Tentamos contato com a própria Delegacia, só que ninguém quis falar sobre o caso.

9 Comentários

  1. Em qualquer uma das versões é um crime que não se justifica essa atitude, muito menos partindo de uma investigadora policial.

  2. Indigando pergunta: se a policial está afastada das funções por problemas pessoais, por que estava armada? Será que se ela não estivesse armada teria ocorrido o crime? Agora só restam a choradeira da família do assassinado, e um monte de perguntas, e, mais ainda, um monte de respostas. Por quê a policial estava armada se não estava em serviço? Mas para esta ela já tem até resposta, o adevogado dela disse para ela alegar isto e aquilo. Mas tenho outra pergunta, a arma da policial era dela ou da Polícia? O que será que o adivogado vai dizer para ela responder?

  3. Olha, tem que verificar bem , corvo não come corvo, fico com a segunda opção!
    Estou me tratando psicologicamente e fico com a arma da polícia, por favor!!! nos poupem, nariz de palhaço!!!1

  4. só mais um detalhe, ela foi resgatada por PC da DH, que rapidez, se fose uma pessoa comum, ahhhhhhhh viatura quanto tempo a te esperar……….. e sai no FB que suspeita de ter matado o vendedor ambulante, suspeita? Espero que não haja o tal do corporativismo! E se fosee PM que estivesse nest a situação. com certeza o letreiro seria bem diferennnte.

  5. Se eu não me engano a Guerra do Pente também começou com um policial ou oficial pedindo uma nota fiscal de um pente que ele tinha comprado. Só que agora é uma sombrinha!!!!!

  6. Ricardo Crovador Responder

    Se a sociedade tivesse cuidado direito da cabecinha da moça quando deste caso abaixo, o rapaz estaria vivo e ela sem esse crime nas costas:

    010 Ação Penal – Procedimento Ordinário
    Advogado: Emmanoel Aschidamini David
    Réu: Rita de Cassia Novak
    Réu: Rita de Cassia Novak
    Objeto: Proferida sentença “Absolutória”
    Magistrado: Lourival Pedro Chemim
    011 Ação Penal – Procedimento Ordinário
    Advogado: Debora Maria Cesar de Albuquerque OAB PR012403
    Réu: Paulo Casturino de Carvalho
    Réu: Paulo Casturino de Carvalho
    Objeto: Proferida sentença “Condenatória”
    Dispositivo: “A pena privativa de liberdade deve ser susbstituida por 02 restritivas de
    direitos, na modalidade de PRESTAÇÃO DE SERIVIÇOS à comunidade ou entidades
    públicas, em local a SER DESTINADO pela VEPMA, e INTERDIÇÃO TEMPORÁRIA DE
    DIREITOS, na modalidade de proibição de frequentar determinados lugares.”
    Pena final: 2 anos de reclusão e 10 dias-multa, fixado o valor do dia-multa à proporção de
    1/10 do valor do salário mínimo.
    Regime de cumprimento da pena: Restritiva de direitos: prestação de serviços

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