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Falsos brilhantes

“A chamada culinária do fingimento, a substituição, nas receitas, de ingredientes caros e raros por outros, mais acessíveis, com resultados que se assemelham não é novidade. Na Roma a.C. frangos travestidos com penas de faisões já iludiam os comensais nos banquetes, segundo relatos no Satyricon. Hoje tem muito caviar feito de quinoa e foie gras de fígado de porco, simulações que se justificam quando às claras, motivadas muitas vezes por situações de escassez em tempos de guerra, pelas quebras de safras ou por restrições dietéticas, ecológicas ou religiosas. O problema são as adulterações com o fim de lesar o consumidor, prática que vem se tornando frequente no universo do vinho”.

O jornalista e apreciador de vinhos Luiz Carlos Zanoni faz um alerta em sua coluna deste mês. Cuidado com os falsos brilhantes. Leia, na Revista Ideias.

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