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Comissão debate Código Florestal com grupos contrários



da Agência Senado

A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) realiza audiência pública na segunda-feira (31), às 9h, para discutir o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 30/2011, que trata do novo Código Florestal.

Deverão participar da audiência representantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, de povos indígenas, de quilombolas e da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), além de especialistas no assunto.

De um modo geral, todos os convidados para a audiência pública têm expressado posições contrárias ao relatório do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) sobre o assunto.

O senador Luiz Henrique (PMDB-SC), relator do projeto nas comissões de Agricultura (CRA) e Ciência e Tecnologia (CCT), apresentou um substitutivo ao texto de Aldo Rebelo nesta semana.

No dia 21 do mês passado, data em que foi comemorado o Dia da Árvore, em evento na CNBB, o secretário-geral da entidade, Dom Leonardo Steiner – um dos convidados para a audiência pública – mencionou vários pontos do texto do Código Florestal aprovado pelos deputados que, na avaliação da CNBB, precisariam ser alterados.


Na opinião de Dom Leonardo Steiner, o novo código precisa garantir a conservação e o uso sustentável das florestas em todos os biomas brasileiros e tratar de forma diferenciada agricultores familiares e populações tradicionais.

Além de Dom Leonardo Steiner, estão convidados para a reunião o ex-ministro do Meio Ambiente José Carlos Carvalho; o advogado e coordenador do Programa de Política e Direito do Instituto Socioambiental; o dirigente do MST João Paulo Rodrigues Santos; a representante da Comissão Nacional Permanente da Articulação dos Povos Indígenas (Apib), Rosane de Mattos; o secretário-executivo do Conselho Indigenista Missionário, Cleber Cezar Buzato; e o coordenador nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas, Ivo Fonseca.

7 Comentários

  1. Parreiras Rodrigues Responder

    O texto do senador Luiz Henrique é bem mais aceitável que o do Aldo Rabelo.

    Protege mais os rios com a correção da largura da mata ciliar, impede o desmate em elevações e o que é melhor, nada de anistia prá quem já desmatou.

  2. estes ecologistas, recebem um bom salario de governos desonestos, como e o caso do Brasil, vivem dando suas opinioes em salas de ar condicionado, alem de polpudos salarios, para falar merda. A Europa inteira, EUA China, nao preservaram nada.. O Agricultor esta sendo reponsabilizados por agreçao da Natureza, as cidades nao tem mais onde mandar as merdas alem dos lixos, mas estes vagabundos, de ecologistas sao pagos por ONGS,, internacionais para acabar com a nossa agricultura

  3. Parreiras Rodrigues Responder

    Um Jeca de verdade não pensaria assim.

    Muito pelo contrário, Valente Jeca.

    Os ecologistas são os maiores aliados dos agricultores.

    Sabem, por exemplo, que não é o tamanho da área que garante produção, e sim, o trato que à mesma se dá. E, antes que me esqueça, vagabundo…bem, deixa prá lá…

  4. Dizem os agricultores que as comidities agrícolas é que sustentam a boa fase da economia Brasileira. Isso, à luz do Código Florestal Vigente. Portanto, o setor é punjante rico e progressista.Se é assim, pergunto: por que avançar sobre os remanescentes florestais?

  5. quem gostaria de doar 20% do seu patrimonio para o bem da humanidade, ou só os agricultores tem que fazer essa doaçao? o povo das cidade vai doar seus patrimonio tambem?

  6. Sou agricultor quanto mais alimentos tem menos vale para nos agricultores seria melhor colher menos e vender mais caro, menos maquinarios eu usaremos menos empregos vai gerar e pra comer nos temos .

  7. Se cada setor quiser sair vencedor(agricultor x ecologistas) nunca terão um bom resultado. A saída, queiram ou não, é sentar à mesa e dialogar até alcançar o consenso, sem pensar em ganhar ou perder.Utopia? pode ser, mas duvido que haja outra forma.

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