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Dilma mantém apoios apesar de crises, mas há um limite

Fábio Santos da Reuters

As denúncias não param de pipocar, e as crises no ministério da presidente Dilma Rousseff se seguem umas às outras. Carlos Lupi pode ter ganhado algum tempo à frente da pasta do Trabalho, mas sua permanência está condicionada a não surgirem novos fatos.

De todo modo, sua substituição é dada como certa a partir de fevereiro ou março, para quando é esperada uma reforma ministerial.

Enquanto Lupi agoniza, é comentário corrente entre jornalistas e observadores privilegiados que o próximo alvo seria o ministro das Cidades, Mário Negromonte, que enfrenta desavenças dentro de seu próprio partido, o PP.

Com a crise econômica internacional mantida, por ora, a uma distância mais ou menos segura do Brasil, Dilma tem mantido a salvo tanto sua popularidade quanto a capacidade do governo de fazer avançar sua fraca agenda no Congresso apesar de já ter tido cinco auxiliares de primeiro escalão abatidos por denúncias –e um sexto, Nelson Jobim, que saiu por incompatibilidade política.

“Na verdade, ela está ganhando com esses episódios, passando a imagem de moralizadora. A opinião média é que ela está limpando o que o antecessor deixou”, diz um profissional de pesquisas de opinião pública com clientes na oposição e na situação.

O sociólogo Antônio Lavareda, que faz levantamentos para o PSDB, partilha da mesma análise. E os números a confirmam, embora nenhum dos grandes institutos tenha realizado pesquisas depois da queda do ministro Orlando Silva, no fim de outubro.

A mais recente é a do Ibope, cujas entrevistas foram feitas entre 16 e 20 de setembro, quando já haviam caído Antonio Palocci (Casa Civil), Alfredo Nascimento (Transportes), Wagner Rossi (Agricultura) e Pedro Novais (Turismo).

4 Comentários

  1. Campana há uma espectativa enorme em relação ao Pauli Bernardo.
    ele está em que número para ir para fita também, ou não vai mais

  2. Campana, não concordo esse profissional de pesquisas de opinião pública, na minha opinião ela não está limpando o que o antecessor (crápula do LULA) deixou. Só daría créditos á ela se além de ser demitidos, esses caras tivessem que devolver o capital desviado, que seus bens fossem imediatamente bloqueados, no mesmo dia da demissão. Vejo esses corruptos sendo desligados de seus cargos e nada mais. Isso não faz da Dilma uma justiçeira, pelo contrário, a coloca como cúmplice uma vez que não toma medidas punitivas para os corruptos que a cercam, apenas tirar do cargo não resolve nada para nós que somos roubados descaradamente, que venha um desses pesquisadores me indagar sobre a minha posição quanto a dilma frente á toda essa corrupção, para mim só existe uma posição, enquanto eles não devolverem aos cofres públicos e os valores recuperados, investidos em saúde pública, habitação e tantas outras necessidades do povo, para mim ele não passa de conivente.

  3. Bem lembrado CAÇADOR DE PETISTAS, puro populismo, coisa de quem não tem o que fazer tampouco capacidade administrativa. Coisa do PT, coisa do Lula, o imprestável, criador e defensolr de corruptos. Nunca imaginei que o Brasil fosse chegar a esse ponto de corrupção, populismo e falte de vergonha na cara de brasileiros elegendo tantos políticos ladrões e pior, acreditando em um mentiroso tipo Lula da Silva. “Todos somos iguais perante a Lei”, bem lembrado e nada mais que isso.

  4. Sergio silvestre Responder

    Se cortassem os dedos de todo politico e magistrado fora da lei,pediriam falencia todas fabricas de anéis.

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