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Paulo Bernardo não descarta trocar ministério por Itaipu

Foto: Agência Brasil


Possibilidade foi cogitada pelo fato de o atual diretor da usina, Jorge Samek, ser cotado para disputar as eleições de 2012 para a prefeitura de Foz do Iguaçu

de Diego Antonelli, especial para a Gazeta do Povo

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo (PT), não descartou a possibilidade de deixar a pasta e assumir o cargo de diretor-geral da Usina Hidrelétrica Itaipu Binacional no ano que vem. A possibilidade foi cogitada pelo fato de o atual diretor da usina, Jorge Samek, também do PT, ser cotado para disputar as eleições de 2012 para a prefeitura de Foz do Iguaçu, no Oeste do estado.

O atual ministro afirma “estar feliz” com a atual função, mas não descarta totalmente a possível troca de função. “Isso quem irá decidir é a presidente Dilma (Rousseff). Eu não posso falar mais nada sobre o assunto”, salientou nesta sexta-feira (2), durante a inauguração do trevo de encontro entre a BR-153 e a BR-376, em Tibagi, na região Central. O ministro dos Transportes, Paulo Passos, também esteve presente.


Parte da cúpula petista no Paraná já dá como certa a candidatura de Samek. Se essa probabilidade se concretizar, Paulo Bernardo deve ser indicado a ocupar a vaga de diretor-geral da Itaipu. Com isso, o cargo no ministério das comunicações ficaria aberto, o que daria maior margem de maleabilidade para a reforma ministerial do governo federal que deve ocorrer no próximo ano.

4 Comentários

  1. Vigilante do Portão Responder

    Lembrando:

    O PT e sua turma – os mesmos que se ufanam de Itaipu -, quando do enchimento do lago, foram CONTRA a construção da usina.

  2. Parreiras Rodrigues Responder

    É, a gente chamava de obra faraônica.

    Por causa dela, o nascimento do Mastro – Movimento dos Agricultores Sem Terra do Oeste do Paraná – 1981. Do qual se originaram o Mastes – MST do Norte, o Mastreco – do Centro-Oeste e o Mastel – do Litoral. Depois de reuniões em Medianeira – 1982 e em Chapeco – 83, criou-se o MST – Cascavel – 1984.
    Reunia os sem terra mais os expulsos – que tiveram suas terras alagadas pelas obras de Salto Santiago e Itaipú. Do Oeste, para o Noroeste do Paraná, foi uma questão de nem pensar.
    Lá, as terras eram grilos e os conflitos entre jagunços e posseiros provocavam frequentes entreveros que resultavam em centenas de mortos.
    ( Consultei “Querência do Norte – Uma experiência de colonização e reforma agrária no Noroeste paranaense, da prof. Adélia Haracenko, com participações do prof. Elpídio Serra – Uem ).

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