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Gazeta do Povo incorpora Tribuna do Paraná

Ao que tudo indica, a Gazeta do Povo comprou o jornal Tribuna do Paraná.

Hoje aconteceu um almoço entre os empresários para consolidar a transação.

Ainda não foi confirmado oficialmente, porém fontes atestam a incorporação feita pela Gazeta do Povo.

Agora resta saber se essa concentração não prejudica a pluralidade de informação.

11 Comentários

  1. Fábio,

    Paulo Pimentel vendeu tudo ( porteira fechada) com imóvel, maquinário e funcionários(passivo) que serão demitidos, ficando apenas alguns colunistas e os da área esportiva e policial. Muita gente vai rodar e já sabe que perderá o emprego na virada do ano. A Gazeta vai transferir-se para a sede do Estado e Tribuna. Valor do negócio, R$ 20 milhões. A pedida inicial para outros interessados, Joel Malucelli e RIC(familia Petrelli) era de R$ 28 milhões. Negócio acertado com beneplácito do Palácio das Araucárias… o que quer dizer que a conta será reduzida… A Gazeta para de bater e a mídia ajuda a pagar a conta…Parabéns ao ex-governador Requião que prometeu e cumpriu, quebrou o inimigo Paulo Pimentel, que vendeu a TV para o Ratinho e ficou sem oxigênio para segurar os jornais que sempre foram deficitários. A Tribuna que vendia 35 mil às 2.as feiras, vende hoje pouco mais de 8 mil jornais… quem é do mercado sabe…
    Essa é a informação mais quente da semana, basta ler e conferir depois…

  2. A dita “quebra”nada tem a ver com o Requião.
    Trata-se de um caso de má administração. O Sr. Paulo Pimentel, centralizador por natureza, não criou sucessores, brigando judicialmente com os próprios familiares. Taí o resultado.
    Não precisou do Requião.

  3. salete cesconeto de arruda Responder

    Barbaridade!
    O que farão com tudo isso se mais da metade dos jornais e revistas estão indo direto para o lixo?
    E agora que o Cerra e companhia estão de bunda de fora na CARTA CAPITAL quem vai pagar o que se diz no PIG?
    Acho melhor o Beto se mandar do PSDB do Cerra e do FHC como o Aécio já vem planejando.
    Tempo de largar o barco depois do livro do Amaury.

  4. Te pergunto uma coisa. Serão dois jornais em Curitiba com um único dono. Pode??? O cade não deveria se pronunciar???

  5. O amigo que escreveu ai “A Fonte” está bastante desinformado…,deveria ser entitulado como “furadas…”, acho estranho pessoas que são traumatizadas por situações vividas e e depois saem falando besteiras como essas….
    Fiz parte do GPP, o Paulo Pimentel foi e ainda é um empresário super competente que sabe exatamente a gora certa de investir e de deixar o negócio. O segmento de midia impressa está com os dias contados… a Tribuna foi e sempre será um grande jornal, e essa história de 8 mil exemplares não sei de onde vc tirou amigo… se vc é do mercado como diz, acesse o IVC e verá a tiragem do jornal. Outra coisa, os imóveis não foram vendidos, somente a marca e o mobiliário…. procure se informar antes de falar asneiras amigo!!

  6. Por certo, Cunha Pereira, que não está mais entre nós, está radiante. Seus herdeiros compraram a menina dos olhos do dr. PP (a Tribuna, além de levar os demais títulos), ampliaram e fortaleceram o grupo Gazeta do Povo/RPCOM.

    Requião queria acabar com os barões da imprensa paranaense, principalmente com a Gazeta/RPC. Deve estar se mordendo com a notícia da venda da Tribuna.

    Parabéns ao grupo liderado pela Gazeta do Povo. Afinal, as rotativas da Tribuna não podem parar.

  7. Foi a tacada mais inteligente da RPC dos ultimos anos. Viu o Imoveis Curitiba dominar os classificados de imoveis, perdeu de comprar por preco de banana, viu o Metro entrar por medo de lançar um jornal gratuito que concorresse com a deficitaria venda avulsa da Gazeta, perdeu (para a RBS) de comprar jornais que eram pequenos e ficaram grandes em SC … a Tribuna era o famoso vem quente que eu estou fervendo, para a RBS entrar no Paraná.

    Resta agora, manter a pluralidade editorial e por fim dedicar esforços para novas mídias… que deem dinheiro e mantenham a RPC forte, seria e respeitada, como sempre foi!

  8. A dita “quebra”nada tem a ver com o Requião.
    Trata-se de um caso de má administração. O Sr. Paulo Pimentel, centralizador por natureza, não criou sucessores, brigando judicialmente com os próprios familiares. Taí o resultado.
    Não precisou do Requião.


    Rodolfo Jorge Nemer Nogueira – UFPR Música – Curitiba / Paraná

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