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Maciste no inferno

Neste domingo de sol faço aqui no blog minha declaração de desamor pela paraia. Abomino calor, suor, queimaduras. Tenho medo de água viva e de bicho geográfico. Nojo de barata na areia. E a nossa beira-mar tem algo de cloaca, de banheiro público. Nem pensar.

Pois pois, leia a crônica que escrevi para a Revista Ideias de dezembro, quando começa o verão e a exposição de seios, bundas, coxas e outras áreas do corpo injetadas com silicone em toda a sua deformação.

2 Comentários

  1. Grotesco e de mau gosto o comentário e a crônica. Não gostar de praia é aceitável, porém denegrir as pessoas que gostam e frequentam, independente se são feias ou bonitas, gordas ou magras é deplorável, ainda mais vindo de uma pessoa teoricamente, instruída. A praia é para todos, independente de cor, raça, credo..talvez você fique bem numa redoma de vidro! Divirta-se lá neste verão!

  2. Muito boa a crônica. Nem precisa descer pra praia. Mulheres com voz de homem e masculinizadas encontra em qualquer lugar. A mulher charmosa, magra e sedutora que habita nossos desejos desapareceu.

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