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Eliana Calmon nega quebra de sigilo de mais de 200 mil juízes

A corregedora-geral de Justiça, ministra Eliana Calmon, rebateu hoje (22) as acusações de que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) esteja promovendo quebra de sigilo fiscal e bancário de mais de 200 mil juízes e servidores do Judiciário. Ela creditou as especulações “absurdas e desencontradas” ao trabalho de entidades classistas de juízes, que segundo ela, atuam em um “espetáculo dantesco”. “Só posso lamentar essa polêmica”, disse a corregedora em coletiva na manhã desta quinta-feira.

5 Comentários

  1. Doutor Prolegômeno Responder

    Não há como fazer omelete, sem quebrar ovos. Para sacudir uma instituição petrificada pelo corporativismo ao longo de séculos, pessoas como esta são indispensáveis. Que a sorte a favoreça.

  2. O CNJ está fazendo aquilo que a convenção da ONU recomendou.
    Auditoria Patrimonial dos agentes públicos e é muito bom que comece pelos juízes.
    Alguém é contra isso?

  3. Se o Brasil fosse realmente passado a limpo, Lula seria o primeiro a ser preso em função do mensalão do PT pois, era o chefe da facção criminosa que assaltou os cofres públicos para a campanha Petista, dinheiro este usado para eleger este malaco.

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