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Segundo André Passos, Celepar fazia acordos para demissão sem justa causa

Quem leu o termo da audiência promovida pelo Ministério Público do
Trabalho na última segunda-feira, reunindo representantes da Celepar e
do sindicato dos trabalhadores da empresa, ficou sabendo de uma
prática de RH estranha para uma empresa do Estado, para dizer o
mínimo.

Conforme revelou o advogado André Passos, que defende a classe
trabalhadora, a companhia fazia regularmente “acordos” para atender
pedidos de desligamento. Ou seja, o funcionário queria deixar o
emprego e pedia para ser mandado embora sem justa causa para poder
receber verbas rescisórias.

No caso da Celepar, as verbas rescisórias
incluem três salários de aviso prévio, além da manutenção de
assistência médica e cartão alimentação por 90 dias. Como os contratos
são pelo regime CLT, o “demitido” também poderia sacar o FGTS e
recebia a multa de 40% sobre o saldo do fundo, conforme manda a lei.
Tudo com dinheiro público.

7 Comentários

  1. ESTAMOS DE OLHO Responder

    O André peteba. Devem ter aprendido com tua turma lá na ITAIPU.
    Lembra como o Samek fez com a Gleisi. Vocês realmente têm memória e inteligência curta. Ou vocês se acham donos do mundo, que, onde vocês governam, já não é mais dinheiro público, e sim do PT e Sindicatos de plantão.

  2. Vigilante do Portão Responder

    Hummm,

    É habito, nesses casos, o empregado DEVOLVER a multa de 40%.

    Quem ficou com a grana?

  3. VLemainski -Cascavel-PR Responder

    A lei faculta todos esses benefícios e causa a tentação para o ato corrupto. Que sejam reduzidos esses “benefícios” e a situação se normaliza. Não sei se é legal o funcionário receber a multa dos 40% do FGTS, pois não contribuiu com um centavo para isso. Essa multa, a meu ver, injusta às empresas, deveria ser destinada ao FAT e/ou ao INSS, que beneficiaria a todos os trabalhadores e não à “turma da malandragem”.

  4. Chico Mandraque Responder

    Isso não é NADA! Na SANEPAR, tem um povo que vai ser indenizado para se retirar da empresa…Vão sair dando risada do troco que vão ganhar antes da empresa ser privatizada!

  5. ricardo crovador Responder

    Não tem conversa, mandou embora, tem que pagar tudo que tem direito, seja lá que tipo de contrato de trabalho. Não conheço os casos específicos da Celepar, mas se for esse o caso, os caras estão certos.

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