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Sem motivo para comemorar

A tragédia do desabamento dos três prédios no Centro do Rio de Janeiro levou Dilma Rousseff a cancelar sua vinda à cidade amanhã, onde tinha dois compromissos festivos: inauguraria uma ponte estaiada e almoçaria no Palácio Laranjeiras com Sérgio Cabral, que completará 49 anos. Não é, obviamente, hora de comemorações.

5 Comentários

  1. E em Curitiba, onde o que desaba por enquanto são as árvores PODRES, também nada a comemorar!!!

  2. salete cesconeto de arruda Responder

    lucas
    Se as LINDAS ÁRVORES de mais de 60 anos foram cruelmente retiradas da Saldanha Marinho e no lugar foram plantadas árvores com diâmetro do tamanho do dedinho minguinho do Derosso – o que impede a prefeitura de retirar as que estão podres?
    Sei.
    As da Saldanha não eram nativas.
    Mas me diga: quantos políticos são NATIVOS DE CURITIBA?
    Devemos cortá-los e jogá-los no lixo todos os que não nasceram na nossa amada cidade que acolhe todos?
    Pois é.
    DEUS SALVE OS MACACOS!

  3. Eduardo Graeff, 27/01/12
    Dilma Rousseff não é tão loquaz quanto Lula, mas mostra a mesma facilidade para mudar de discurso conforme a platéia. Em São Paulo, homenageada por Gilberto Kassab, ela posou de boa moça. Horas depois, em Porto Alegre, deu declarações incompatíveis com a dignidade do seu cargo.

    Notícia da Folha (para assinantes):

    Em reunião fechada ontem com movimentos sociais em Porto Alegre, a presidente Dilma Rousseff fez críticas contundentes à reintegração de posse na área conhecida como Pinheirinho, em São José dos Campos (a 97 km de São Paulo).

    A Folha ouviu seis participantes do encontro. Segundo eles, Dilma se referiu à operação da Polícia Militar paulista como “barbárie” e disse que não esperava que ocorresse dessa maneira.

    O que houve em Pinheirinho foi o cumprimento de uma ordem judicial, executada pela polícia com os cuidados possíveis, diante da reação violenta de minorias que querem porque querem fabricar mártires em São Paulo.

    Barbárie foi o que as mesmas minorias tentaram fazer com Kassab na saída da catedral da Sé.

    Dilma, como seu secretário-geral, Gilberto Carvalho, incita conscientemente a violência dessas minorias ao imputar violência às autoridades constituídas do estado de São Paulo.

    O contexto semi-clandestino das declarações – em “reunião fechada” – só agrava a falsidade do seu teor.

    Como é fino o verniz da civilidade!

  4. COMEMORAR O QUÊ, NEM QUE OS PRÉDIOS NÃO TIVESSEM DESABADOS,O BRASIL NÃO TEM MOTIVOS PARA COMEMORAR, SÓ SE FOR O AUMENTO DE GENTE MORRENDDO NAS FILAS DO INSS, SUS,ETC, COMEMORAR AS ONDAS DE ASSALTOS, O AUMENTO DO TRÁFICO DE DROGAS, ETC. COMEMORAR O QUÊ?????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????.

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