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Sumiu a placa do Pessuti, falta sumir as outras

Via Cícero Cattani — Na esteira do “sumiço” da placa (aliás, exagerada e despropositada) do Pessuti no novo Iguaçu, o governador Beto Richa bem que podia aproveitar a repercussão para proibir placas de bronze ou outras em quaisquer obras que venha a inaugurar. Tem de se levar em conta a necessidade de placa com a cronologia das intervenções em uma obra de interesse histórico, ao longo do tempo e em que período se deram. Como é o caso do Iguaçu.

É justo que o governante deixe algum marco da sua administração, mas de maneira discreta e barata. Quando prefeito, Richa estabeleceu o brasão oficial de Curitiba como símbolo impessoal das administrações, proibindo quaisquer outros sinais gráficos. Que faça o mesmo como governador e vede o exagero das placas de inaugurações. Principalmente, às de obras inacabadas, como a “reinaguração” do Palácio Iguaçu, com pompa e circunstância, por Orlando Pessuti.
A placa de bronze do Pessuti que tenha destino à Provopar, para ser fundida e convertida em dinheiro.

22 Comentários

  1. Ainda bem que na Casa do Estudante não deu tempo nem de inaugurar meia bôca,a reforma começo e parou, se não teria colocado placa. BETO RICHA-Prefeito. E assim caminha os políticos.

  2. Doutor Prolegômeno Responder

    Coisas do Paraná, como dizia um velho político carioca. Aqui, na terra de Tindiqüera, inveja, ciúme, despeito e outros predicados de Pandora são comuns. Tira placa, bota placa, troca nome, bota nome, põe o nome do pai, da mãe, do avô. O Paraná só tem dois grandes nomes de políticos: Bento e Ney. Os outros são figuração e precisarão ser consultados em verbetes de biografias publicadas pela imprensa oficial. Foram eles que tiraram o Paraná do atraso mental que sempre insistiu em dominar a vida da província. Um, pelas qualidades de intelectual e homem culto, que emprestou elegância, eloquência, bom gosto cultural e cosmopolitismo a um estado da roça; o outro, pelas virtudes de administrador, de visionário, de planejador, de quem sabia cercar-se de pessoas que pensavam adiante, num Paraná produtivo e próspero. O resto é resto. Depois, deles o dilúvio. Briguinhas palacianas, nomes em placas, disputas para ver quem compra o avião mais moderno e caro.

  3. sr catani,só falta mandar tirar todas as placas do governo do estado, da al e deixar somente as dos politicos do psdb,se liga!

  4. salete cesconeto de arruda Responder

    Mas tem placa do tucano Álvaro, em forma de casinha, espalhada ainda hoje por todo o Paraná.
    Pois é.
    Cada TUCANO nos eu galho!
    Haja BICO!

  5. Concordo com o coemntario acima o nosso Estado teve dois Governadores Bento Munhoz e Ney Braga esses deixaram marcas de competencia…

  6. E aquela central de medicamentos, em frente ao Guatupê, inaugurada pelo Requião e Lula, durante a campanha de reeleição de ambos. Ainda hoje não funciona. Lá tem placa?

  7. Concordo com a noticia acima. Mas como funcionário publico gostaria de reconhecer o governador José Richa como grande benfeitor do funcionalismo publico do Paraná. Assim o governador atual tem a grande responsabilidade de honrar o nome do pai olhando por aqueles que no mais afastado canto do estado cumpre com sua tarefa de servidor público.

  8. Também concordo, o Paraná teve dois grandes governadores: Bento Munhoz da Rocha Neto e Ney Aminthas de Barros Braga.

  9. Proibir placas pessoais em construções públicas é importantíssimo.
    Os governantes trabalham para a população (!?) e portanto nada de pro-
    paganda política. Caso contrário não precisaria nem fazer o acabamento
    das paredes. Pendure as placas dos políticos !!

  10. Não concordo com o comentário do Sr. João Carlos, quando Ney Braga assumiu em1961, a 1º providência que tomou foi retirar todas as placas, obeliscos e pórticos deixados pela Administração Anterior de Moysés Lupion para depois reinaugurá-las com sue nome, isto aconteceu em todo o Paraná, é histórico e de um mau caratismo abominável.

  11. Cruzessssssssssssssssssssssssssss…ainda bem que o Pessuti e grande e eles não poderão sumir com ele, como a FAMILIA DA MULHER DO BETO RICHA FEZ COM O DINHEIRO DO BAMERINDUS…SUUUUMMMMUUIII! e o RUI RIVERA com o dinheiro do BANESTADO. Banco Del Paraná, Banco do Paraná em Miami, Cisnes e outras coisitas dessa familia tão habituada a SUMIRRRRRRRRRRRR com dinheiro do POVO, a sumir com sitios, fazendas, chacaras, etc.BANDIDOS DE BERÇO!

  12. Só em lembrar do BANCO BAMERINDUS, mau patrão, a justiça do trabalho que o diga…Emprestimos com juros escorchantes, que levava o cidadão a entregar seus bens a esse banco da Fernanda Vieira, sinto arrepios e nojo.Se nesse pais houvesse punidade esse casal estaria na CADEIA e não no PALACIO IGUAÇU.

  13. fiscal de realeza Responder

    memorias dos paranaenses deixadass de lados por privatizaçôes ou
    desmandos dos tucanos

  14. Placa de bronze hoje é contrato de risco – vale dinheiro no mercado da fundição. Bem fez o Governador Alvaro Dias com suas placas de concreto que se tornaram parte da paisagem até hoje, 25 anos depois. Ninguém se dá ao trabalho de removê-las. São até pintadas, se tornaram monumentos. Marcas pessoais hoje são proibidas por Lei Estadual, porém, os municípios continuam usando-as sem serem importunados pelo Ministério Público.

  15. Dias desses estava pegando um vôo em Curitiba, olho para o lado, eis que surge, pansudo, sorrindo como velinha virgem em dia de festa, olhando pra todo lado como se tivesse algo importante por fazer – ele, o super ex governador ajato, Pansuti!

    Se alguem me perguntasse, teria vergonha de dizer que sou curitibano e ter tido meu estado governado, mesmo que por pouco tempo – por alguem como esse.

    Espero nao encontrar o Fruet, pois acho que sentiria a mesma vergonha.

    Que o Ducci continue por mais 04 anos, pois essa corja do PT, somado ao PDT do Carlos Lupi e ao sonso do Osmar, que me perdoem todos – mas nao da para aturar.

    O Osmar me parece até boa pessoa, mas ele deu as mãos as pessoas erradas.

  16. O famoso “choque de gestão” do Beto foi retirar a placa do Pessuti! Agora gastar milhões naquele gabinete cafona, tudo bem!!! É isso aí… o que vale prá Zé não vale prá José (sem querer fazer trocadilhos). Cambada de sem noção…enganadores do povo!!!

  17. Agora colocar placa em obra não acabada e para meio governador ou termina a obra ou, nem fale a pena comentar, como dizia um amigo meu da cheio de mei prefeito (que abre prefeitura meio Periodo) meio prefeito, meio governador que inaugura obra não acabada (Palacio Iguaçu)

  18. Litoral - Paraná Responder

    TIRAR A PLACA NÃO É NADA… PIOR É TIRAR O ESPORTE NAS AREIAS AQUI DO LITORAL.. ISSO DOEU MUITO

  19. ou que a placa tenha os dizeres corretos “Aqui inaugurada uma obra pela metade só para que meu nome fique constando na história como um meio administrador… ”
    Irá ter um saguão enorme com placas para a obra inacabada…

  20. Marcus V. Braga Alves Responder

    Eu gostaria de saber porque esperaram o Ney falecer para vir com essa historia de que ele reinaugurou obra do Lupion.

    Pelo que me consta, a discussao sobre esse assunto se restringe a Rodovia do Cafe, que foi sim obra de Ney Braga (segundo o Codigo de Transito Brasileiro, rodovias sao estradas pavimentadas).

    Antes de Ney, a a ligacao entre norte e sul do Estado se fazia pela antiga Estrada do Cerne, uma estrada cheia de curvas, estreita e sem pavimentação. (Fonte: DER-PR)

    Em palestra proferida no evento “70 anos de Serviço Social no Brasil”, realizado em 24 de outubro de 2006 na UEL, a professora Myrian Veras Baptista deu seu testemunho quanto a importancia da Rodovia do Cafe para a integracao do Estado nos anos 60:

    “Bem, o meu marido é engenheiro construtor de estradas e, na década de 1960 nós viemos para o Paraná para a construção da Rodovia do Café, que liga o norte do Paraná com o porto de Paranaguá. Primeiro eu fui morar em Ponta Grossa, porque estava sendo feito aquele trecho da estrada.

    Quando nós tivemos que mudar para Londrina, para fazer este outro trecho, estávamos em março, nos finais das chuvas, quase à entrada do outono… Quando viemos, tinha havido um “chuvão”, e como não havia estrada asfaltada, o caminho estava intransitável. Para chegarmos em Londrina o caminhão da mudança teve que ir para São Paulo e entrar no Paraná por Jacarezinho – porque o norte do Paraná era ligado por rodovia asfaltada a São Paulo e, conseqüentemente, ao porto de Santos. Todo escoamento da produção do norte do Paraná se fazia pelo porto de Santos.

    O governador do Paraná, na época, Ney Braga, assumiu como uma das primeiras medidas, o projeto da Rodovia do Café. Nós viemos para cá por causa dela – eu morei um ano em Ponta Grossa e, depois, vim para Londrina.”

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