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DNA não confere e polícia descarta outro suspeito de matar Rachel Genofre

da Banda B

Para frustração da polícia, mais uma vez exames de DNA comprovaram que
um suspeito não matou a garota rachel Genofre, encontrada morta dentro
de uma mala na Rodoviária de Curitiba há três anos. Laudos do
Instituto de Criminalística descartaram qualquer possibilidade de
Cristiano Gonçalves, de 25 anos, ter matado Rachel. Ele foi preso há
duas semanas, em Santa Izabel do Oeste, no Sudoeste do estado, acusado
de violentar, agredir e esconder o corpo de uma menina de sete anos
dentro de uma mala na casa dele.

A informação foi repassada pela delegada Vanessa Alice, responsável
pelas investigações da morte de Rachel Genofre. Segundo ela, o
resultado oficial ainda não chegou às suas mãos, mas um técnico do IC
já lhe adiantou que o resultado da comparação do sêmen encontrado em
Rachel não confere com o material genético de Gonçalves.

A morte de Rachel teve as mesmas características e, por esse motivo,
uma equipe do Cope (Centro de Operações Policiais Especiais) foi até a
cidade de Santa Izabel colher material genético do rapaz.

O caso Rachel

No final da tarde do dia 03 de novembro de 2008, a menina Rachel Maria
Lobo Oliveira Genofre deixava o Instituto de Educação, no Centro de
Curitiba, após o término das aulas, por volta das 17h30. O tchau dado
pela garota aos colegas de classe, naquela segunda-feira, é a última
lembrança que se tem de Rachel ainda viva.

O corpo da garota, morta por esganaduras no pescoço, só foi encontrado
dois dias depois, na noite do dia 05, dentro de uma mala abandonada
embaixo de uma escada, na Rodoferroviária de Curitiba.

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