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Paulo Bernardo será interrogado sobre denúncias de corrupção

Para enorme satisfação de Requião, o jornal Nacional deua notícia: a Polícia Federal recebeu ofício do Supremo Tribunal Federal para interrogar o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, sobre denúncias de corrupção no governo Zeca do PT, em Mato Grosso do Sul, entre 1999 e 2006. O ministro, que foi secretário da Fazenda no governo, não quis se pronunciar.

Desde então, Requião não para de twittar a nova.

14 Comentários

  1. AÇÃO NO CALÇÃO! BOB REQUE COM LINGUA DESTRAVADA IGUAL A SE COMPARAR UM PLAY STATION, NA MÃO DE PIA, EM SEU PRIMEIRO PRESENTE; ESQUECE ELE QUE ESTIVERAM JUNTOS ENQUANTO ESTAVA NO GOVERNO, FALAVA E DEFENDIA QUALQUER QUE FOSSE POLITICO DO PT. ELE QUER É FAZER CAMPANHA ANTES DO PLEITO; ATITUDE DE QUEM ESTA PAGANDO SAPO!!!

  2. CAÇADOR DE PETISTAS Responder

    Depois de Bernardão, resta a galega explicar porque voltou tão radpidamente do Mato grosso do sul.

  3. O casal 20 PB e Gleise aprontaram no MS. E querem por querem o Paraná.livre-nos do mal, amem!

  4. fiscal de realeza Responder

    FABIO ELE VAI DEPOR COMO TESTEMUNHA
    POIS OS PROBLEMAS ACONTECERO EM 2005
    ISSO 5 ANOS APOS ELE DEIXAR O GOVERNO DO MATO GROSSO
    NESSA EPOCA ELE JA ERA MINISTRO DO MELHOR GOVERNO QUE O BRASIL JÁ TEVE NA HISTIRIA
    MESMO QUE QUEIRÂO MANCHAR A HISTORIA DO PT NA VIDA DO POVO BRASILEIRO NÂO VÂO CONSEGUIR
    ISSO É COISA DO PSDB QUE TEVE O GOVERNO NAS MÂOS E SÓ FIZERO BESTERA E MASSACRARO O POVO BRASILEIRO

    CHEGA DE HIPOCRESIA PSDB

  5. Vigilante do Portão Responder

    A Globo, já corrigiu a matéria,

    Bernardão, no caso de Mato Grosso, seria apenas TESTEMUNHA.

    Testemunha de quem,

    Do pilantra do Zevca do PT?

    Requião, durante a campanha, esqueceu das denúncias que ele mesmo fez, de que P. Bernardo queria uma “propina” para liberar a construção de uma ferrovia e de que P.B. teria comprado a rádio de Laranjeira do Sul, em nome de um laranja e pago com um “saco” de dinheiro VIVO.

  6. Conforme o Jornal Nacional, o Ministro Paulo Bernardo vai depor como testemunha e não como envolvido nas denúncias de corrupção.
    É bom esclarecer.

  7. Cajucy Cajuman Responder

    O problema é a lentidão da justiça, não é mesmo? Porque esse rumoroso caso do Zeca do PT, já não foi julgado e com as devidas condenações, se assim fosse?

    Ora, agora que o casal Paulo Bernardo/Gleisi Hoffmann está nos mais altos cargos da República, começam a pipocar coisas do passado e que esclarecidos não foram e condenação não houve?

    Claro que é uma honra à família estar em dois cargos de suma importância no governo federal, sentando ao lado da presidente. Mas não deixa de ser uma faca de dois gumes.

    Visibilidade mil. Vidraça permanente, além da ira dos que não comungam da mesma fé política, ou se escondem no armário da conveniência e ficam a jogar dardos…

    Bernardo foi ministro forte de Lula – nem tanto, hoje com Dilma –, e Gleisi foi eleita para o Senado da República e abriu mão do importante cargo eletivo e de representação do seu eleitorado para se transformar em vidraça, digo, ministra-chefe da Casa Civil.

    O problema maior está na força conjunta – e eventualmente bruta – que esse poder representa na mão de apenas uma família.

    Se me permitem a premunição – e com todo o respeito – um deles terá, mais cedo ou mais tarde, que abdicar do cargo para baixar o tiroteio.

    E digo mais: se usar a cabeça pensante, o fará antes que a patrola política passe por cima com todo o seu vigor destruidor. Gleisi tem cargo eletivo, representatividade popular e, digamos, estrela própria. Pode sair em vôo solo rumo ao Senado e mostra à que veio.

    Bernardo, aí sim, desmembrado da mulher fica no governo, mesmo porque tem Lula como padrinho. Diminui a vidraça e também a visibilidade conjunta da família.

    Cada um por si e o PT por todos e salve-se quem puder…

  8. O mesmo JN já retificou a notícia e disse que ele teria sido arrolado como testemunha de fatos supostamente ocorridos quando ele já não era secretário em MS. Na referida época ele era secretário municipal da Prefeitura de Londrina, na gestão de Nedson (PT).

  9. Os amigos do Governo do MT na época, parte deles respondem o processo CAMPINA VERDE.
    Sonegação de tributos federais e estaduais, a maioria dos grãos que saia daquele Estado não pagava tributos.
    A folha do funcionalismo na época era parcelada, e tinha empresa que movimentava milhões em endereço inexistente ou improvável.

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