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Bloco Garibaldis e Sacis faz festa da paz no setor histórico

Da Gazeta doi Povo

Foi na paz!. A última saída do bloco pré-carnavalesco Garibaldis e Sacis no setor histórico de Curitiba antes do Carnaval foi de festa e segurança. Como nos últimos três finais de semana, milhares de pessoas compareceram ao Largo da Ordem para brincar. Muitos dos foliões atenderam aos pedidos da organização e apareceram vestidos de branco, em uma alusão à paz.

A preocupação era grande, já que era necessário apagar o clima de confronto da semana passada, quando policiais militares e parte da população criaram um cenário de guerra logo após o encerramento do bloco. Durante esta semana a luta foi para garantir que a festa não fosse ofuscada pelo conflito, que na opinião da PM e da organização, foi causada por problemas pontuais que se generalizaram.

Para garantir a saída do bloco Garibaldis e Sacis ontem, a semana foi de convencimento e de muita conversa entre a organização e o comando da PM. A polícia garantiu que reforçaria a segurança para este domingo, e os Garibaldis e Sacis se esforçaram usando as redes sociais para convocar a folia com serenidade. Pelo menos até o fechamento desta edição, não havia notícia de novos confrontos ou tumultos, a não ser casos esporádicos envolvendo pessoas embriagadas.

Polícia — O comando da PM no Paraná reforçou a vigilância ontem no Largo da Ordem. Os policiais militares se colocaram em pontos estratégicos e só abordaram os foliões quando percebiam algum excesso ou consumo de bebidas alcóolicas em garrafas de vidro. Aliás, desde antes do domingo, a PM já avisava que o foco da atuação seria em cima daqueles que estivessem vendendo bebidas em garrafas de vidro.

Na semana passada, o confronto teria iniciado justamente porque alguns mais alterados teriam atirado garrafas de vidro em cima de policiais e sua viatura. A confusão acabou se alastrando para outras áreas e a PM precisou chamar o Batalhão de Choque para controlar a situação. O bloco Garibaldis e Sacis completou o 14º ano consecutivo de saída. O que começou com um pequeno grupo de amigos se transformou num evento que reúne entre 10 e 15 mil pessoas por final de semana. Agora, que venha 2013.

5 Comentários

  1. Vigilante do Portão Responder

    Os Vândalos e arruaceiros, com medo da polícia, não foram e a festa correu normalmente.

  2. Doutor Prolegômeno Responder

    Curitiba combina tanto com o carnaval, como o Rio de Janeiro combina com bonecos de neve no Natal. Curitiba só vai ter carnaval, quando o saci pererê cruzar as pernas.

  3. salete cesconeto de arruda Responder

    E agora o que vai dizer a cachorrada “loca” como diz o Kotcho?
    Sabe Fábio – ando pensando que se Curitiba não tivesse só esses dois mesmos grupos sempre brigando pelo poder – O POVO VIVERIA EM PAZ!
    Bem que nas próximas eleições alguém poderia mudar esse jogo.
    Tempo de voltar à velha e boa Curitiba UNIDA E AMIGA onde a gente podia passear pela Vila Nossa Senhora da Luz com a querida Ivete Fruet e seu marido. Sem medo! Tente agora passar por lá….
    E quem limpou a Vila dos bandidos foi o saudoso Maurício com o seu trabalho social.
    Bons tempos.
    E tem gente que acha que andamos bem e que o tal progresso que troca área verde por jaula de macaco é bom para Curitiba. Só se for para os dos mesmos grupos de sempre pois os mais pobres só estão vendo suas vilas se transformarem em reduto de bandidos.
    Já viram o que fez de bom a Prefeitura nesses últimos 20 anos na Vila Borsato lá entre Boa Vista e Santa Cândida? Vai lá ver e conta os anos que o poder teve para agir. Quantos jovens mortos? Quantas meninas prostituídas e quem vai buscar a féria no fim do dia? A quem cabe dar DIGNIDADE A TODOS?! Com a palavra a prefeitura municipal de Curitiba que matou centenas de vida ao cortar parte da reserva do parque Barigui em nome da modernização e mais pistas para as pessoas que perderam áreas verdes nas suas comunidades.

  4. Não sou de carnaval, mas respeito quem gosta … cada um na sua, claro que tudo dentro de uma normalidade, e afinal carnaval é alegria. O objeto não é bom ou ruim, depende do uso que se faz dele.

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