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Escapou do milho

Do Ancelmo Gois:

Por ter dito que o Brasil merecia um chute no traseiro, por causa do atraso nas obras da Copa, ainda há quem defenda castigo maior para Jérôme Valcke – talvez – quem sabe? – ficar de joelhos em grãos de milho. Mas, num acordo costurado pelo ex-deputado Ricardo Gomyde, assessor de Aldo Rebelo, o governo daqui encerrou o litígio com o secretário-geral da Fifa.

Valcke e Aldo se encontram dias 8 e 9, na Suíça.

Jogo jogado…

Além das desculpas do secretário, pesou, para selar a paz, o apoio que Valcke recebeu do Comitê Executivo da Fifa.

3 Comentários

  1. O cara estava certo, o chute no traseiro para os politicos brasileiros é propina o que nos paises civilizados é inadimissível.

  2. Hugo José Palhares Responder

    Morei durante alguns anos nos Estados Unidos, e os americanos usam uma expressão que poderia ser traduzida como “Você tem que se dar um chute no traseiro”. Essa expressão geralmente é usada quando alguém está atrasado com seus compromissos, com suas obrigações. O que o Sr. Jérôme Valcke disse foi exatamente isso: O Brasil precisa se dar um chute no traseiro, isto é, tem que se mexer, se agilizar, fazer o que não foi feito até agora. Engraçado que a maior parte da imprensa brasileira, ao invés de adotar a tradução correta da expressão, preferiu seguir a linha do governo, do ilustre ministro Aldo Rebelo, que ficou “dodói” com as verdades ditas pelo Sr. Valcke.

  3. Doutor Prolegômeno Responder

    A Fifa é ziliardária, reúne mais países membros do que a ONU e é mais admirada que a ONU. Seus dirigentes tem mandato e não podem simplesmente ser dispensados por desgostos de países alhures e políticos mal-arranjados. Vão ter que engolir Valcke, Blatter e outros porque o futebol é muito mais importante do que a política para os brasileiros. Futebol traz diversão e alegria, enquanto que os políticos significam impostos, conversa fiada e roubalheira.

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