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Justiça nega pedido de novo júri para Beatriz Abagge

A Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) rejeitou, na quarta-feira (3), o pedido de novo júri e as nulidades levantadas no recurso feito pela defesa de Beatriz Abagge, condenada a 21 anos e 4 meses de prisão pela morte do menino Evandro Ramos Caetano, 6 anos. O crime ocorreu em Guaratuba, no litoral do Estado, em abril de 1992. O caso ficou conhecido como “as bruxas de Guaratuba”, por envolver um suposto ritual.

A decisão foi da juíza convocada Lilian Romero, relatora da apelação proposta por Abagge, seguida pelos demais desembargadores da Câmara. O TJ-PR também negou o recurso do Ministério Público (MP), feito no ano passado, que pretendia aumentar a pena de Abagge e alterar o cumprimento para regime fechado.

Segundo o promotor de Justiça Paulo Sérgio Markowicz de Lima, que atuou no caso, tanto Abagge como o MP poderão recorrer da decisão no Superior Tribunal de Justiça (STJ) ou Supremo Tribunal Federal (STF), “a depender da fundamentação da decisão, que ainda não foi publicada”.

5 Comentários

  1. No tempo em que o Paraná inteiro dançava sob a batuta de Aníbal Kuri, mesmo tendo confessado o crime, inclusive em coletiva na TV, com sórdidos detalhes, elas foram absolvidas, alegando confissão sob tortura…
    Fora da capa de proteção do velho Buda, não obstante a grande campanha, o resultado foi totalmente diferente.

  2. Juri é Juri.
    Até os inocentes devem submeter-se. Quanto mais se for culpado.

  3. Para mim é um dos erros do sistema judiciário paranaense.
    .
    Foi mais para satisfazer a opinião publica do que para se fazer Justiça.

    Tenho pena quando eles “descobrirem” quem matou a menina, posta em uma mala e encontrada na Rodoviaria de Curitiba.

  4. Gaspar P. Karstens Reply

    AO LEITOR PEDRO ROCHA:
    Suas palavras são sábias e refletem a verdade.

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