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Luciana apoia movimento dos servidores do Incra

A deputada estadual Luciana Rafagnin (PT) participou na manhã desta segunda-feira (2) do “Ato de apoio e esclarecimentos sobre as causas e consequências da greve no Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e no Instituto de Colonização e Reforma Agrária (Incra)”. A parlamentar paranaense manifestou seu apoio à reivindicação por melhoria na estrutura desses órgãos, encarregados pela efetivação das políticas de reforma agrária e ordenamento fundiário, e valorização dos profissionais, que, em média, recebem salários duas vezes e meia inferiores aos dos profissionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para desenvolverem praticamente as mesmas funções.

Na comparação da remuneração dos servidores de nível superior do Incra e MDA com o salário de outros peritos que atuam em órgãos vinculados ao governo federal, a diferença salta aos olhos. Especialmente na relação com os salários praticados no Mapa, onde as funções e responsabilidades que cabem a um profissional de nível superior são bastante similares. Enquanto um engenheiro agrônomo inicia carreira no Incra com salário de R$ 4.159,00 e pode atingir teto salarial de R$ 6.495,00, no Mapa o piso é de R$ 5.002,00 e o teto, R$ 7.535,00. Se comparar a realidade dos servidores do Incra com os do Fisco Federal Agropecuário, a diferença salta para piso de R$ 11.374,00 e teto de R$ 15.890,00.

“A causa é justa, sou 100% favorável à reivindicação e sou parceira dos trabalhadores nessa luta”, disse Luciana. Ela, que é líder da bancada do PT na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), se comprometeu, ainda, a buscar reforço junto à bancada federal do seu partido para agendar o mais rápido possível uma audiência com os ministros do Planejamento, Míriam Belchior, e do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas, a fim de abrir canais de negociação da pauta dos servidores com o governo federal.

Luciana enfatizou ainda os avanços à população brasileira de um modo geral com os governos de Lula e Dilma, melhorando o poder aquisitivo da população, retirando cerca de 40 milhões de brasileiros da linha da miséria, combatendo a pobreza extrema, diminuindo as desigualdades, gerando mais empregos, criando políticas públicas inclusivas e aumentando a expectativa de vida na última década. “Temos de caminhar sempre em direção aos avanços, mas não podemos esquecer de como era antes de Lula e Dilma e do acúmulo histórico de perdas, fruto um modelo produtivo concentrador”, finalizou.

1 Comentário

  1. i é verdadi…pricisa valoriza essa genti qui trabaia nu meio daquelis ducumentos amareladus e sem quarque condiçao di ducumenta as propriedadi rurar.

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