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Sindicato denuncia demissões arbitrárias em contratada da Petrobras

Trabalhadores das empresas de montagem e manutenção industrial, prestadoras de serviços à Refinaria da Petrobras em Araucária, a Repar, pretendem cruzar os braços na segunda-feira, dia 8. Eles denunciam péssimas condições de trabalho e perseguições, que motivaram a demissão arbitrária de quatro profissionais, entre estes três membros da CIPA.

Os funcionários da CIPA, a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, têm direito à estabilidade no emprego e só poderiam ser dispensados por justa causa. O sindicato dos trabalhadores da montagem e manutenção industrial no Paraná, Sindimont, denuncia perseguição política, já que a demissão ocorreu um dia após a última paralisação na Repar.

“O receio também é de que a empresa possa vir a decretar falência e cerca de 300 trabalhadores fiquem desprotegidos, sem a garantia dos vencimentos e direitos, pois ela dá sinais claros de que tem graves problemas na gestão administrativa e financeira”, disse Gilmar Carlos Lisboa, presidente interino do Sindimont.

O Sindimont também mantém um canal de negociações direto com a Petrobrás por entender que ela é corresponsável pelas condições de trabalho nas suas contratadas, conta o presidente interino do sindicato.

Abaixo estão carta de demissão emitida pela empresa e comunicado de paralização do Sindimont. Para visualizar os documentos em tamanho maior, clique nas imagens.

Com informações da assessoria do Sindimont. Fotos de mobilização dos trabalhadores da manutenção nesta manhã.

 

1 Comentário

  1. Flagra combinado Responder

    Empreiteiras, prestadoras de serviços de manutenção, terceirizadas é tudo igual, usam a mesma fórmula de exploração.

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