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Se a polícia não existe, tudo é permitido

Desde as 5 horas desta madrugada, um locutor uiva pelos alto-falantes instalados num palco à entrada do Parque Tingui, pela rua Fredolim Wolf. Ao lado de um posto da Guarda Municipal. Mas nem a Guarda, nem a Polícia, interromperam a acintosa perturbação dos moradores da região.

Ou seja, se não há polícia, não há lei, cada um faz o que quer. Se duvidar, com apoio das instituições oficiais de cultura. Tem tudo a ver, a música de animação de uma corrida no parque é do tipo Michel Teló.

28 Comentários

  1. Valéria Prochmann Responder

    Solidária a você. Os próprios esportistas reclamam dessas locuções, que atrapalham a concentração e o desempenho deles, porém são parte do “circo”. Dê graças que ainda não chegaram aí os padres cantores, os pastores evangélicos pregadores e seus coletores, o carnaval, a parada gay com sua rave a céu aberto, o 1° de maio, os jogos de futebol e as celebrações eleitorais. O direito do cidadão ao sossego público e ao descanso semanal é negligenciado nesta sociedade em que a regra é o grito para colocar os públicos em transe.

  2. CONCORDO COM VECÊ CARO FÁBIO,ISSO É UM DESRESPEITO COM AS PESSOAS QUE TRABALHAM E QUEREM DESCANSAR NOS FINAIS DE SEMANA,IGUAL A ESSES “TRABAIADÔ” QUE FECHAM AS RUAS NOS DOMINGOS PARA PASSEAREM,ORAS VÃO AO PARQUE BARIGUI,LA TEM BASTANTE ESPAÇO,AFINAL TEM BASTANTE GENTE QUE TRABALHA NOS DOMINGOS,OU ELES ACHAM QUE TODO MUNDO TEM VIDA BOA.

  3. Há tempo não ia ao centro de Curitiba em um domingo na parte da tarde, fiquei pasmo em reparar em não haver um policial se quer em todo o centro da cidade, nem mesmo naquele posto existente na praça Osório. A cidade tomada por usuarios de drogas e prostitutas. Inefável um caos deste para com a população.

  4. Para tudo deve haver equilíbrio. Se de um lado ligar o sistema de som da corrida às 5 da manhã é realmente um desrespeito ao sono dos moradores, de outro lado ligá-lo por volta das 6:30 num domingo ou outro, de vez em quando, em data previamente conhecida por todos os moradores da região, é necessário e tolerável.

    Pratico corrida de rua e corro no Brasil e no exterior. A ÚNICA CIDADE QUE DEMONSTRA INTOLERÂNCIA COM ESSE ESPORTE É CURITIBA!!!!!!!!!!!!

    Todas as cidades compreendem a importancia dessa prática esportiva não apenas na melhoria da saúde individual dos participantes mas também no desenvolvimento da sociedade porque nas corridas de rua apreendem-se valores como solidariedade, respeito ao limite de cada um, superação a partir do esforço conjunto, dentre outros.

    Em Buenos Aires, por exemplo, fecha-se o aeroporto durante algumas horas por conta de uma meia maratona e não se ouvem buzinas, ofensas, ao contrário…os vôos vhegam e os passageiros ficam aao lado dos táxis apludindo a passagem dos corredores.

    No Rio de Janeiro toda a orla, do Recreio dos Bandeirantes até o Aterro do Flamengo, fica fechada durante a amnhã de domingo…e a cidade se orgulha de sua Maratona.

    Cito essas duas pois são cidades maiores do que Curitiba, com um trânsito mais caótico do que o de Curitiba porém com um povo mais educado e menos egoísta do que o de Curitiba.

    Minha sugestão é: lance no seu blog um movimento para banir as corridas de rua de Curitiba…isso dará destaque nacional e mundial à cidade, coisa que os curitibanos adoram..propagandeie o provincianismo da cidade!!!!

    Corrida de rua não é problema de polícia nem de segurança … tratá-la assim demonstra o quanto a mentalidade do curitibano é atrasada, primitiva e arcaica…

  5. cesar - ALTONIA Responder

    Concordo. É simplismente ridiculo, e depois cobrar do “cidadão” comum para que mantenha a paz e harmonia, quando apoiado pelo poder público vemos coisas assim.
    Aqui na região tinha um evento do Rotary intitulado “Rally “ecológico” de regularidade” que era uma verdadeira irregularidade ambiental e ecológica. Logo cedo, em um domingo, um locutor abria seus potentes alto falantes e dava-lhe a falar besteiras, incomodando toda a vizinhança, que não se conformavam com a situação. depois da-lhe veiculos queimando combustiveis fósseis rodando por meio plantações, trazendo degradação etc, etc, etc. Me parece que nenhuma muda era planta, ou área degradadas restauradas para pelos menos neutralizar a emissão de gás carbônico do evento. É PA KA BA. aforante uns eventos ecologicos com fogos de orificios, que nem diz minha sogra….

  6. Bom dia senhores! Leis há aos montes neste país. Alguns dados curiosos: desde 1988, o Congresso Nacional produziu 12.733 leis ordinárias (leis comuns que tratam da maior parte dos assuntos). Ainda há leis complementares, leis delegadas, emendas constitucionais. Já o Poder Executivo federal, criou mais de 7.800 decretos e fez editar milhares de Medidas Provisórias. Se considerarmos os atos normativos editados por órgãos do Poder Público federal (instrução normativa, portaria, resolução, etc), aí a quantidade parece infindável. Mas o caos normativo não pára por aí. Temos que colocar nessa conta as leis, decretos e normas sublegais que também são produzidas pelos 27 estados da federação e pelos mais de 5.000 muncípios deste país. Acha que não pode piorar? Pode sim: há inúmeras leis anteriores à 1988 que estão perfeitamente válidas e aplicáveis nos dias de hoje. É o caso da CLT e do Código Penal, ambos da década de 40. A lei de abuso de autoridade é da década de 1960. De fato, não faltam leis: falta decência para que sejam cumpridas pelos cidadãos e falta comprometimento para que o Poder Público imponha seu cumprimento na falta dos cidadãos.

  7. putz, esse pessoal deve ser o mesmo que quis fechar a pedreira, fazendo com que curitiba fique a margem de tudo! bando de provinciano…

  8. O poder público só existe nos castelos da Curitiba perfumada e maquiada dos deslumbrados que vivem entre os corredores da Comendador Araújo e os portais do Barigui. Aos demais comunas cabem conviverem com as pragas que infestam os nossos ouvidos, os Jacúboys.

    Mas se querem uma viatura da polícia, que tal procurarem em frente a uma panificadora na José Palú ou ali na rua Zake Sabbag, nesses lugares é garantido a segurança e o “bem estar” da comunidade.

    No tempo dos Sarmentos, vagabundo não tinha notoriedade, era pilantra mesmo.

  9. CURITIBANO ROXO Responder

    Washington, volte para sua terra ou não se refira aos curitibanos
    dessa maneira, os aqui nascido, que por sinal é a minoria da população são exigentes e organizados quem está estragando a cidade são os de fora !

  10. Pedagoga Marta Responder

    Sergio

    Acredito que você não entendeu que a questão em discussão não é a tolerância a prática de esporte. O que foi focado é o direito do cidadão não ter a sua saúde prejudicada pela poluição sonora. Concordo que valores como a solidariedade, respeito a limites individuais, superação a partir de esforço conjunto, dentre outros, possam e devem estar relacionados com a prática esportiva, mas quando orientações a respeito dos malefícios provocados pela poluição sonora, presentes inclusive em documentos oficiais da Organização Mundial da Saúde; quando a legislação municipal, estadual e nacional relacionada ao meio ambiente e a emissão de ruídos e produção de barulho e desrespeitada não percebo a presença dos valores mencionados em seu texto presentes nesta prática esportiva.
    E retomando o tema intolerância é bom lembrar que o médico, a enfermeira, o policial, o vigia, o trabalhador da fábrica, o estudante,etc; que precisa recuperar suas energias durante aquele período e não consegue em consequência do barulho provocado pelo outro, este não poderá usar como justificativa no seu trabalho uma ineficiência provocada pelo fato de alguém ter obrigado toda a vizinhaça a ouvir a sua música. E aqui sim, existe um ato de intolerância com a s necessidades individuais de outros cidadãos, por parte daqueles que acreditam que todos são obrigados a ouvir a música que ele escolheu, na hora que ele definiu e sem reclamar. Isto sim é intolerância! A pratica do esporte pode ser realizada sem que a saúde e o bem estar de outras pessoas sejam prejudicados. Poluição sonora é um fator de destruição da saúde humana e esporte deve estar associado preservação da saúde. Concluindo , não é possível negociar datas prévias para que outros desrespeitem a minha saúde, os meus direitos constitucionais, a legislação brasileira e a medicina preventiva. Eu estou dentro do meu lar e o outro não tem o direito de invadir e enfiar nos meus ouvidos em alto e pertubador volume o seu gosto musical, as letras de música que ele gosta, sem nenhuma preocupação com o que eu gostaria de fazer naquele momento, com o que estou fazendo ou necessito fazer.
    Esporte é saúde, solidariedade, respeito a limites individuais !!!
    Precisamos lutar por um país onde legislação, direitos, educação e saúde não sejam apenas matéria teórica, mas prática cotidiana.
    Afinal no século XXI os que lutam contra a poluição sonora, lutam pelo respeito a diversidade e a prática da solidariedade.

  11. Nobra Fábio, eu e você somos uma ilha cercada de maus-caracteres por todos os lados.

  12. MINHA SUGESTÃO PARA O SÉRGIO É QUE ELE SE MUDE PARA UMA DESSAS DUAS CIDADES, E QUANTO AO POLICIAMENTO É SÓ COLOCAR UMA JOVEM FILMANDO QUE A RONE APARECE COM CERTEZA.

  13. Valéria Prochmann Responder

    Nada contra as corridas e sim contra a poluição sonora desnecessária, o que inclui os fogos de artifício aqui bem lembrados pelo cesar. O programa Alternativa Saúde GNT desta semana é dedicado à perda da qualidade de vida causada pela poluição sonora urbana. Quem trabalha e estuda durante a semana e paga impostos tem direito ao descanso semanal e o sossego público é direito de todos. Metrópoles ultracosmopolitas como Paris, Nova York e Berlin adotam tolerância zero contra poluição sonora porque lá as leis se fazem valer por governos que efetivamente funcionam. Infelizmente no Brasil estão confundindo democracia com barulheira, pois todo mundo quer ganhar no grito. Quanto,aos transtornos gerados por eventos, caberia à secretaria de comunicação mediar as diferenças, mantendo a população informada e esclarecida, além de dialogar com a opinião pública, coisa que não faz.

  14. O Sr. Sergio nâo entendeu nada; não é contra corrida, é contra o barulho simplesmente inaceitável, em qualquer hora, em qualquer dia; muito mais num dia de descanso para quem se reserva o direito de descansar sem um descopensado gritando como se fosse o fim do mundo! Engraçado ele dizer que 5 da manhã é ruím, mas 6 e meia PODE! hehehehehehe

  15. Santiago Barriguinha Responder

    Barbaridade completa, vamos acabar agora com essa pratica nociva que estes eventos representam contra quem quer dormir e/ou dirigir seu carro livremente pela cidade sem ser molestado…Quer correr vai no Parque as 10 da manhã !!!

  16. CURITIBANO ROXO Responder

    Washington, perdão foi minha falha citar seu nome, o comentário que fiz era para ser dirigido ao SERGIO !

  17. Perfeito o comentário do Curitibano Roxo. Washington deveria ir pra outra capital, tal como SP, RJ, Florianópolis,… Onde ta queimando tudo. Aqui tem ajustes a serem feitos, mas qualquer capital do norte, sudeste e nordeste é mais violenta q Curitiba.

  18. Ué não estavam todos reclamando das abordagens da policia em playboys indefesos? Agora os homens resolveram cruzar os braços.

  19. EU TENHO QUASE A CONVICÇÃO DE QUE SOMOS SURDOS … OU PELO MENOS VAMOS FICAR LOGO, LOGO … É CRIME AMBIENTAL … PENA DE RECLUSÃO, PORTANTO, É SÓ AUTUAR, LEVAR PARA A DELEGACIA E NADA MAIS …

  20. Caruncho, não se preocupe…após mais de 40 anos estou indo embora..dentro de poucos meses…e pretendo nunca mais pisar aqui…vou viver em uma cidade cuja população é cerca de 10% da população de Curitiba mas que dá espetáculo em termos de solidariedade, compreensão, tolerância, respeito ao outro, ou seja, uma cidade não provinciana (aliás onde fazem shows em locais públicos com entrada franca para que toda a população tenha acesso à cultura)…aliás, nesses aspectos Curitba deve estar nos últimos lugares dentre os mais de 5 mil municípios brasileiros…

  21. Eu moro no centro e já cansei de reclamar p/ a Prefeitura. Sempre falta alguma coisa para que possam registrar a minha reclamação. Fazem um monte de perguntas idiotas, como se a obrigação de saber quem está realizando o evento fosse minha. Será que a Prefeitura não tem como saber prá quem deram licença para berrar nos nossos ouvidos cansados de uma semana inteira de trabalho? Se o pessoal de alguns bairros (sem preconceito) gosta de levantar cedo aos sábados e domingos com música estourando os tímpanos, pelo que pesquisei, o pessoal do centro prefere dormir até mais tarde. Então façam os eventos nos lugares onde os moradores gostem disso.

  22. Curitibano Roxo,
    Xenofobia? E o direito de ir e vir meu caro? Deixe de ser estúpido e ridículo!

  23. ODEIO A POLUICAO SONORA. ESTE CRIME DEVERIA SER JULGADO POR JOAQUIM BRABOSA, LÁ NO SUPREMO..

  24. CURITIBANO ROXO Responder

    ELTON, CADÊ SUA EDUCAÇÃO, VOCE DEVE VOLTAR PARA A ESTRABARIA QUE NASCEU !!!!

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