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Promiscuidade política provoca indigestão nos tucanos

Divulgada a lista de Fruet, começam a aparecer nomes que ocupam cargos em confiança do governo Beto Richa, o que provaria alta traição. Pois, pois, quem ocupa cargo de alto valor nutritivo e trabalha para o inimigo de quem o nomeou entra no rol de desafetos primários e provoca engulhos nos tucanos.

Compreensível. É ocaso da nova secretária de Recursos Humanos de Curitiba, Meroujy Giacomassi Cavet (foto), até hoje braço direito do vice-governador Flávio Arns, do PSDB, na Secretaria de Educação. Há outros, o que revela a fragilidade da composição do governo em certas áreas. Sem contar gente do próprio secretariado que entrou em grau de promiscuidade ainda mais grave.

Ora, pois, o mínimo que se espera de alguém que se passa para a outra banda é que peça demissão do cargo que ocupa por confiança política. Mas decência não parece ser o forte dessa macacada.

7 Comentários

  1. Eduardo Lacerda Responder

    E a Lorena, que vai pra diretoria de comunicação?
    Não é o mesmo caso? Apesar de ser da Comunicação do Palácio não esteve sempre na campanha do Guga e agora ganha um presente de natal? Aliás nunca saiu né. Era assessora dele e agora volta pro ninho.

  2. ele que espere e vai ver em 2014 o tal do guto silva não tem sujeito mais traira que esse e so ver pra quantos lado ele foi o negocio dele e arruma emprego pra familha o pai e a mãe mamando

  3. “MACACADA” LEMBRA ALGUEM QUE DE UM GOVERNADOR PRA OUTRO ATE RASPOU A BARBA…NÃO DESCEU DO GALHO HEIN?!

  4. vergonha mesmo é o estado ter chamado um monte de gente das coordenações de núcleo da FAS para trabalharem por lá. Sabemos que a única inteção deste povo é a eleição para governador, onde terão centenas de pessoas trabalhando pra eles, somente para se manterem nos cargos. Um vergonha!

  5. Tai Beto, os trairas estão pondo a cabeça de fora. A hora da faxina está chegando. E antes que o mundo acabe, faço-o desmorornar em cima da cabeça de muito traidor. Kiko

  6. Lorena Aubrift Klenk Responder

    Não pretendia responder aos comentários, por absurdos. Mudei de ideia quando uma pessoa inescrupulosa escondeu-se atrás do meu nome para postar intrigas.
    Aos que me conhecem, é desnecessário esclarecer que essa “Lorena” não sou eu.
    Aos demais, digo que não faço parte de grupos políticos. Sou apenas uma profissional da comunicação.
    Nunca me agarrei a sinecuras nem pedi favores. Nenhuma função que exerci foi prêmio por militância política (embora considere que esse é um caminho legítimo também); decorreram de convites de natureza profissional, que retribuí com dedicação, lealdade e discrição. Assim foi com Gustavo Fruet quando deputado, assim tem sido no governo do Estado e assim será na prefeitura.
    Não aceito, portanto, insinuações de traição. Depois de 28 anos de profissão – ao longo dos quais tive 14 registros na carteira profissional – me sinto no direito de dizer que nada “ganhei”. Conquistei com o meu trabalho e meus princípios.
    Aceito julgamentos e críticas, desde que venham de quem me conhece o suficiente para fazê-los. E, de muitos destes, me alegro de estar recebendo manifestações de respeito. O resto fica por conta da maldade que teima em não se desgrudar da prática política.

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