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MP apresenta denúncia à Justiça contra vereadora de Ponta Grossa

Do G1 PR, com informações da RPC TV Ponta Grossa:

O Ministério Público (MP) apresentou denúncia à Justiça contra a vereadora de Ponta Grossa, no interior do Paraná, Ana Maria de Holleben (PT). Segundo a Polícia Civil, ela forjou o próprio sequestro, minutos depois da cerimônia de posse, no dia 1º de janeiro.

Os promotores que avaliaram o caso decidiram encaminhar a denúncia por falsa comunicação de crime e fraude processual. Eles não encontraram indícios que pudessem comprovar a acusação por formação de quadrilha contra Ana Maria e outras cinco pessoas.

Polêmicas na CPI
Na Câmara de Vereadores, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga o caso segue indefinida. Os vereadores Antonio Laroca e Pietro Arnaud querem a saída do relator, Alysson Zampieri, porque ele teria sido citado durante as investigações. Ele, porém, diz que não vai sair.

“Ele [Zampieri] é citado por várias vezes no inquérito da Polícia Civil. Ele não é indiciado, mas ele é citado”, afirma Laroca. Segundo ele, o documento policial traz o nome de Zampieri e do pai dele referindo-se a questões envolvendo dinheiro.

Do outro lado, o vereador, agora questionado pelos colegas, se defende. “Não saio. Não vou deixar a CPI. Sou o maior interessado e fui o maior prejudicado com o não-comparecimento da Ana no dia 1º de janeiro, pois eu poderia ter sido eleito presidente [da Câmara]”, diz.

No meio de toda a confusão, Ana Maria pede que Laroca também deixe a CPI. Para ela, o parlamentar já tem uma ideia fixa sobre o caso. “Eu fui pré-julgada. Eu fui pré-condenada. Então, eu não posso admitir (…). Mas eu não gostaria que alguém que há tempos já está vindo com a condenação pronta julgue [o caso]”, argumenta. Laroca, no entanto, também afirma que não vai deixar o caso e que foi um dos que mais defendeu o processo legal dentro do legislativo ponta-grossense.

Relembre o caso
A vereadora desapareceu minutos após ser empossada no cargo, em janeiro. Um assessor da parlamentar chegou a chamar a polícia e dizer que ela havia sido sequestrada. Depois da posse, que ocorreu no Cine Teatro Ópera, ela deveria ter ido à Câmara, para a sessão que escolheria o presidente da Casa. Com a falta dela, a sessão do dia 1º de janeiro e as subsequentes, até a solução do caso pela polícia, foram suspensas. Ela e outras três pessoas foram presas durante as investigações, porém foram soltas após conseguirem habeas corpus.

3 Comentários

  1. -Esta vereadora é um poço de desfaçatez!!!!
    -Deveria passar gimocupim na face em troca do pó de arroz!!!!
    -Engraçado é ver a reação de seus eleitores que juram de pé junto que ela não se lembra de nada!!!!!
    -É outro futuro “cadáver político” da cidade de Ponta Grossa, perdeu totalmente a credibilidade….se bem que o povo não tem memória e acaba votando nela em outra oportunidade!!!!

  2. Analista de Bagé Responder

    O ParTido absolveu, como já era de se esperar… Mas a Justiça é implacável!

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