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Lula desistiu de obter cópia de documento da PF que o ligaria ao mensalão

Do Painel, Folha de S.Paulo:

Low… Advogados que acompanham o inquérito que apura suposto elo de Lula com o mensalão afirmam que o ex-presidente desistiu de tentar obter cópia do documento na Polícia Federal.

…profile A delegada responsável pelo caso, Andréa Pinho, havia negado acesso à defesa do petista, mas Lula não recorreu porque, segundo interlocutores, quer evitar “superexposição”.

15 Comentários

  1. Adalberto Jardim Responder

    Sinceramente “inquérito que apura suposto (?) elo…” Só não vê quem não quer ou está dividondo os lucros. Haja paciência!

  2. Adalberto Jardim Responder

    Sinceramente “inquérito que apura suposto (?) elo…” Só não vê quem não quer ou está dividindo os lucros. Haja paciência!

  3. ELE NAO RECORREU PORQUE ELE SABE DE NAO VAI DAR EM NADA, OS BRASILEIROS ACEITAM ISSO.

  4. A casa está caindo. Se ficar o bicho pega se correr o Barbosa encaçapa. Pode treinar a Rosemery e mancomunados para colocar alguma coisinha escondida em algum orifício para levar ao PR na prisão, e assim aos demais do mensalão. Nem Ricardo Levandowsky ajuda.

  5. Mas que arrogância desta delegada, não atender o pedido do companheiro. Os tempos estão realmente mudando?

  6. Ate as criancinhas de escola sabem que o chefe da quadrilha e o Lula,mandar os outros para a cadeia sem ele a a maior injustiça que se pode fazer,ou todos ou ninguém!!

  7. Vigilante do Portão Responder

    Pois é,
    Ele verificou em seus guardados e ACHOU os documentos pagos pelo Godoy.
    A grana, R$98mil, era do Marcos Valério.

  8. Seguir os passos de Joaquim Barbosa vai levar o STF à desmoralização. O Supremo tem que dizer não a Joaquim Barbosa
    Paulo Nogueira, Diário do Centro do Mundo

    A única explicação para a ferocidade com que Joaquim Barbosa vem lidando com qualquer coisa relativa aos recursos do mensalão só pode repousar numa tentativa de apagar os próprios rastros naquele que foi um dos piores momentos da história judiciária nacional.

    É como se ele acreditasse que mantendo as sentenças duríssimas os erros colossais como que desapareciam sob o tapete.

    Mas não é bem assim. Ele não tem o poder de controlar as evidências que foram se acumulando pós-veredito sobre o tortuoso trabalho do STF.

    Poucos meses fizeram toda a diferença.

    Desmontado o circo, desfeita a gritaria manipuladora e interessada, foi ficando cada vez mais claro que o julgamento foi tragicômico.

    O pior papel coube exatamente a Barbosa, que deu o tom vitriólico (e equivocado, como sabemos agora) do julgamento.

    Ele teve seus minutos de glória como heroi da mídia. Chegou a ganhar uma capa da Veja na qual era chamado – risos, por favor – de “menino que mudou o Brasil”.

    Ora, ele não mudou sequer o STF. Foi incapaz de impedir agressões éticas elementares como as relações entre Fux e um escritório de advocacia.

    Foi incapaz ele próprio de estabelecer um padrão ético exemplar ao fazer coisas como convidar – pagar — jornalistas para que dessem a sua miserável visita à Costa Rica, da qual afinal nada restou de relevante, um tom retumbante de excursão napoleônica.

    Isso para não falar nos 90.000 gastos numa reforma de banheiros, por causa dos quais ele chamou um jornalista de “palhaço”.

    Inepto para mudar o STF ele mudaria o Brasil?

    Que ele já deixou de ser heroi para se converter no que é, uma figura lastimável pela mesquinharia e prepotência, está claro.

    Para a posteridade ele aparecerá do jeito real, e não fantasiado de Batman ou Super-homem.

    Mas o STF não precisa acompanhá-lo em sua louca cavalgada.

    O plenário do Supremo, que examinará a pertinência dos recursos, está desde já na obrigação de deter Joaquim Barbosa.

    Pelos erros, e pela severidade das penas físicas e morais, os réus têm que poder esgotar todas as formas de recursos.

    Para a história, Joaquim Barbosa já é um caso perdido.

    Mas os demais ministros não têm por que acompanhá-lo.

    O Supremo tem que se erguer moralmente.

    Meio século atrás, o Supremo era respeitado quase que nos limites da veneração.

    O jornalista Carlos Castelo Branco, em seu livro sobre a renúncia de Jânio, lembra um episódio que mostra isso.

    Corria o boato de que o ministro da Justiça de Jânio, Pedroso Horta, sairia do gabinete para se transferir para o Supremo.

    Castelinho, que era assessor de imprensa de Jânio, perguntou a Horta sobre o boato.

    “Não”, disse Horta. “Eu não tenho estatura moral para o Supremo.”

    Uma frase dessas hoje pareceria, infelizmente, uma piada

  9. Analista de Bagé Responder

    LuLLa devia ter sido condenado juntamente com todos os demais mensaleiros, corruptos e corruptores do erário público desta República.

    Agora, acreditar em “mise en scène”, não é de meu feitio… Se a Delegada da Polícia Federal tivesse negado acesso ao Inquérito de um indiciado qualquer eu acreditaria, agora impedí-lo num Inquérito desta repercussão, seria dar um “tiro no pé” de toda a legalidade da investigação…

    Por isto, ao “acreditar desacreditando”, prefiro ver a conclusão do Inquérito, apontando indícios ou provas da culpabilidade de LuLLa no relatório final da investigação…

    Se isto ocorrer, o que tenho certeza que os brasileiros defensores da moralidade e legalidade em todas as esferas da gestão pública, teremos mais uma Delegada da Polícia Federal perseguida na instituição, aos moldes de Protógenes e outros, sendo um viável caminho para ela ingressar na política… Irônico, não?

  10. Que vergonha !!! Taí o PT !!! Não eram os ” coitadinhos ” ???? Ficaram bem espertos ….

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