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Revisor natural

Do Lauro Jardim:

Não sendo aceita pelos ministros do STF a tese de que os embargos de declaração do mensalão precisam oficialmente da figura do revisor, quem fará o papel de uma espécie de revisor na prática será Teori Zavascki.

Como é o mais novo na Corte, cabe a ele dar o primeiro voto após o relator, Joaquim Barbosa.

Como Barbosa deve rejeitar a maior parte dos embargos – se não a totalidade – Zavascki é quem pode tomar o papel de revisor que Ricardo Lewandowski fez durante o julgamento e abrir a divergência.

Os votos de Zavascki nos embargos de declaração ainda servirão como um termômetro para saber como ele deve se comportar no julgamento dos embargos infringentes – que, se forem aceitos pelo STF, podem levar à absolvição dos réus em alguns dos crimes.

2 Comentários

  1. ALÔ, IMPRENSA A SOLDO Responder

    Imprensa amestrada continua fazendo jornalismo de encomenda para atender aos desejos do PT.

    Covardia explícita – Nada existe de pior no jornalismo do que um veículo de comunicação que se rende às imposições do poder, não sem antes passar no caixa oficial com regularidade. Apontar as mazelas do Estado, como um todo, é obrigação de qualquer profissional do jornalismo que encara o ofício com seriedade e coerência, mas é preciso levar ao cidadão uma análise ampla dos fatos, especialmente porque o Brasil é uma barafunda política que funciona à base de um jogo sórdido de interesses.

    http://ucho.info/?p=69233

  2. Já vimos este filme no ano passado, o ministro revisor quase levou o STF à loucura com a demora na sua revisão. Este ministro indicado pela companheira governanta, escolhido a dedo, promete o mesmo que o primeiro revisor. É ver para crer, e dizer: eu já sabia.

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