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Roberto Jefferson negocia apoio à Dilma

Do Felipe Patury:

Depois de confessar a existência do mensalão petista em 2005, o ex-deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ) negocia seu apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff em 2014. Ex-presidente nacional do PTB, Jefferson foi, ao mesmo tempo, a principal testemunha e réu do maior escândalo do governo Lula. Agora, com seu partido na base de apoio parlamentar ao Planalto, o antigo algoz de José Dirceu e sua turma se prepara para aderir novamente ao petismo.

10 Comentários

  1. Há como ter esperanças? Responder

    17/05/2013 às 16:34 \ Política & Cia
    O VICE-PRESIDENTE TEMER USA FUNCIONÁRIA PÚBLICA EM NEGÓCIOS PARTICULARES: o curioso é que ainda nos surpreendamos com isso

    Temer: a secretária, paga pelos cofres públicos, é também sócia de uma empresa sua, e trabalha para seus negócios privados (Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil)
    Engraçado como ainda tem gente que se surpreenda com fatos como este, divulgado hoje pelo site de VEJA: o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), usa uma funcionária pública de seu gabinete para administrar seus negócios privados, em São Paulo. Ela é ao mesmo tempo secretária do vice e sócia em uma sua empresa.

    Gilda Silva Sanchez é lotada no famoso escritório da Presidência na capital paulista, o mesmo e amaldiçoado lugar que Rosemary Noronha, a amigona do ex-presidento Lula, transformou em balcão de tráfico de influências, segundo apurou a Polícia Federal.

    Digo engraçado no sentido mais triste que a palavra possa ter. Melhor seria ter escrito “curioso”. Pois bem, é curioso que se estranhe o fato, uma vez que confundir o público com o privado é uma velha, antiquíssima prática de homens públicos “neztepaiz” — nem preciso lembrar o caso do impichado ex-presidente Fernando Collor. A lista é interminável, e inclui homens públicos federais, estaduais e municipais.

    E, durante o lulalato, passou-se a achar a coisa mais natural do mundo a confusão público/privado — como comprovou o escândalo do mensalão, que incluiu desvio de dinheiro público para rechear bolsos de deputados da “base governista” — porque o lulopetismo considera que faz o “bem-estar” do povo a seu modo, que promove a “inclusão”, e que este valor justifica tudo e está acima de tudo, inclusive da lei. Não exagero: o lulopetismo vive dando provas disso.

    Temer não é lulopetista, mas está perfeitamente inserido no quadro em que vivemos.

    Também é uma rotina o cinismo com que se respondem a questões incômodas, como a de por que, afinal, uma funcionária pública que ganha mais de 7 mil reais por mês oriundos dos impostos que nós, brasileiros, pagamos, está a serviço dos interesses particulares do vice-presidente.

    Sua nomeação foi “um lapso”, foi a desculpa esfarrapada esculpida pela Vice-Presidência.

    O luxuoso edifício Spazio Faria Lima, no bairro do Itaim-Bibi: Temer possui um andar inteiro, que vale entre 12 milhões de reais (Foto: veja.abril.com.br)
    De minha parte, aqui de meu modesto ponto de observação, também acho bastante interessante que o patrimônio de Temer — membro de carreira do Ministério Público de São Paulo e político em tempo integral há duas décadas –, para citar apenas um único de seus itens, inclua um andar inteiro (700 metros quadrados) de um prédio moderno em uma das regiões de escritórios mais procuradas da capital paulista, com valor estimado em 12 milhões de reais.

    Trata-se de dois escritórios conjugados com vinte vagas de garagem privativas dotadas de manobristas, alugados para o banco de investimentos BR Partners. Profissionais da área estimam que somente este imóvel renda ao vice-presidente de 80 000 a 100 000 reais por mês.

    Para quem ganhou salário de procurador de Justiça e, depois, de secretário de Estado e de deputado federal, Temer mostrou ao longo da vida, não há dúvida, um extraordinário tino para negócios.

    Fico imaginando se, no tempo de FHC, se descobrisse algo semelhante envolvendo o vice-presidente Marco Maciel…

    Tags: confusão público/privado, desculpa esfarrapada, empresa, escritório da Presidência em São Paulo, FHC, Gilda Silva Sanchez, lulalato, Michel Temer, sócia, Vice-Presidência da República
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    17/05/2013 às 16:00 \ Vasto Mundo
    Os órfãos da intolerância — em plenos Estados Unidos

    A imagem da normalidade mal esconde o crime incomum que afastou pais de filhos (Foto: Scott R. Galvin / AP Photo)
    Nota de Diogo Schelp, publicada em edição impressa de VEJA

    BARBA, CABELO E PRISÃO

    A imagem de normalidade mal esconde o crime incomum que afastou pais de filhos

    Os amish, membros de uma cisão da seita protestante menonita, originária da Suíça, se esforçam para seguir o estilo de vida de seus antepassados quando da emigração para os Estados Unidos, no século XVII. Os mais puristas recusam as facilidades da vida moderna, como telefone, veículos motorizados e eletricidade.

    Muitos falam um dialeto conhecido como “holandês da Pensilvânia”, na verdade uma variante do alemão. Em um vale isolado perto de Berg­holz, em Ohio, há uma comunidade ainda mais radical.

    Seu líder, o bispo Samuel Mullet, impõe às dezoito famílias que o seguem uma forma de tirania religiosa, o que inclui obrigar as mulheres casadas a fazer sexo com ele e os homens a dormir no galinheiro para expiar os pecados. Por isso, muitos integrantes romperam com o grupo.

    Em 2011, Mullet se vingou ordenando que os dissidentes fossem atacados em casa, à noite. As mulheres tiveram seus longos cabelos, e os homens as barbas, cortados à força com tesouras usadas para tosquiar crina de cavalo. Uma humilhação suprema, pois após se casarem os amish não podem mais fazer a barba e as mulheres deixam os cabelos crescer indefinidamente.

    Os ataques foram considerados crimes de ódio religioso pela Justiça americana e Mullet foi condenado a quinze anos de prisão.

    Nove homens e seis mulheres de seu grupo pegaram entre um e sete anos de cadeia.

    A comunidade de Bergholz, num esforço de relações públicas, abriu uma exceção e aceitou fotógrafos durante o piquenique de despedida de cinco dos dezesseis condenados, em que as meninas jogaram softbol, versão simplificada do beisebol.

    Entre os que se preparavam para partir, Lovina Miller, cujo marido já está preso, deixou os oito filhos com uma vizinha enquanto cumpre sua pena de um ano.

    São os órfãos da intolerância.

    Tags: amish, comunidade de Bergholz, crimes de ódio religioso, humilhação, intolerância, puristas, Samuel Mullet, seita protestante menonita, tirania religiosa, vida moderna
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    17/05/2013 às 15:00 \ Política & Cia
    O PIB de 2013, mesmo melhor do que o de 2012, ameaça ser outro PIBinho

    As contas oficiais para o PIB para este ano vão dos 3,5% do ministro da Fazenda, Guido Mantega, até 3,1% do mais comedido Banco Central, de Alexandre Tombini. Há, porém, quem no mercado acredite em menos de 2% (Foto: ABr)
    Do blog Política & Economia Na Real, do jornalista José Márcio Mendonça e do economista Francisco Petros

    UMA QUESTÃO DE CONFIANÇA

    A semana passada chegou ao fim com um clima ainda menos otimista entre os chamados agentes econômicos depois de mais alguns índices desfavoráveis relativos ao desempenho da economia brasileira.

    Entre outros, mais um “vexame” da indústria, em que pesem os seguidos incentivos que o governo vem distribuindo.

    Agora não são apenas aqueles tidos como pessimistas profissionais ou os “jogadores do mercado” que já não acreditam que a economia nacional vá crescer mesmo modestamente como as autoridades constituídas acreditam – ou torcem para tal.

    Uma questão de confiança

    As contas oficiais vão dos 3,5% do ministro da Fazenda Guido Mantega, o mesmo índice adotado na primeira revisão orçamentária do ano, até 3,1% do mais comedido Banco Central de Alexandre Tombini.

    No mundo fora do oficialismo, porém, as previsões já estão se fixando em 2,5% ou até menos. É o número predominante nas empresas, entre os “mercadistas” a aposta é menor.

    Há alguns, ainda com algum exagero, que já falam em menos de 2%.

    A única certeza – e algum consolo – é que, a não ser que sobrevenha um desastre, o PIB deste ano, ainda um PIBinho, será melhor que o PIBzinnho de 0,9% de 2012.

    Tags: “PIBinho”, Alexandre Tombini, Banco Central, economia brasileira, Guido Mantega, PIB
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    2 COMENTÁRIOS
    17/05/2013 às 14:00 \ Política & Cia
    VÍDEO SÓ PARA REFRESCAR A MEMÓRIA: o ex-liberal Afif Domingos, quando falava mal da competência de Dilma, da qual hoje é ministro beija-mão
    Nada como um dia depois do outro.

    Depois de toda uma trajetória como liberal em política e economia, como defensor de privatizações e combatente do Estado gordo, ineficiente e devorador de impostos, o vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos, deixou o partido de oposição (DEM) para o qual foi eleito em coligação com o PSDB do governador Geraldo Alckmin, bandeou-se para o anódino e pró-governista PSD e, finalmente, na célebre cerimônia de beija-mão à presidente Dilma, foi empossado como ministro do governo lulopetista.

    Vejam a opinião que, antes disso, na época da eleição presidencial de 2010, Afif tinha de sua hoje chefe:

    http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=PJm_NWzs3EE

  2. sergio silvestre Responder

    Está tambem negociando com o diabo como vai ser frito.
    Deus já está lhe passando um corretivo,apesar dele estar toda hora pedindo perdão.

  3. Caso a nossa governanta consiga se manter no cargo, coisa que duvido que não aconteça, este cara já se candidata a ministro. Porque o segundo mandato da nossa governanta promete ser muito pior do que o primeiro. E se digo isto é porque me baseio na realidade, o segundo mandato supera sempre em léguas a ruindade do primeiro.

  4. Não dá vontade de vomitar? Tanto um como outro são exemplares de como somos representados póliticamente. Um denunciando o esquema de roubo e desvio e outra aceitando tudo em nome do poder.
    São duas figuras que o diabo não vai aceitar.

  5. ESSA TIPO DE VAGABA NÃO FICA MUITO TEMPO LONGE DA QUADRILHA,NÃO SERA SURPRESA SE FOR VISTO AOS BEIJOS E ABRAÇOS COM O TERRORISTA ZÉ DIRCEU.

  6. A Sociedade Responde Responder

    Jefferson está rindo do quê. Da malandragem rasteira, talvez? Poderia ele ficar na história como o homem que detonou o mensalão e arrancou do poder petistas, associados e vinculados de peso da ladroagem camuflada, mas nem tanto.

    Segredo entre três, tem que matar dois, como diz o ditado, caso contrário, é meleca no ventilador na hora da revolta – hora da partilha, da divisão dos despojos… Foi o que aconteceu, Jefferson insatisfeito com a sua parte, detonou o esquema que pode dar cadeia para muita gente de fino trato.

    Mas, parece que não satisfeito em ser um homem livre das amarras petistas, quer voltar ainda com mais dedicação ao ninho, independente de cobras e lagartos. E, como de praxe, acaba voltando aos corredores – às vezes emporcalhados – de uma República que tem tudo para dar certo, se os políticos permitirem.

  7. Getúlio Vargas deve estar se virando no túmulo ao ver que a sigla, o antigo e glorioso PTB, que representava, realmente, os trabalhadores brasileiros esteja sendo negociado para apoiar a atual PrsidentE. Sabemos que em matéria de apoio eleitoral e negociação o JEFFERSON é um verdadeiro “CRAQUE”. Êle sabe tudo e mais um pouco. Só depende do ‘quantum” para fechar o negócio. A política virou nada mais que um comércio, quem dá mais recebe o apoio integral. Há casos de meio apoio e casos em que não são cumpridos determinados acertos. Bem no fundo o PTB de hoje e o PT se merecem, pois são farinha do mesmo saco.

  8. TODOS OS PATIFE CLARO, QUE VÃO TODOS TROPA DE LADÃO DO PT. CHEGA DESSA GENTE DE LULA DIRMA JOSÉ DIRCEI GENOINO, VOTE CONTRA ESSA QUADRILHA.

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