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Manhã de sábado foi de reconstrução nas ruas do Centro Cívico

Da AEN:

A manhã deste sábado (22) foi de reconstrução para os comerciantes e moradores da Avenida Cândido de Abreu, região da cidade onde se concentrou a manifestação da noite de sexta-feira (21).

O professor Reinaldo Hidalgo Guidolim mora no Alto da XV e diz que ouviu a manifestação de casa e acompanhou pela televisão o movimento. Nesta manhã, Reinaldo foi até a avenida Cândido de Abreu e desaprovou a ação dos vândalos. “Vandalismo não se confunde com manifestação. Se os manifestantes lutam contra o desperdício de dinheiro público, não podem destruir o que é nosso”, afirmou.

“A policia agiu de maneira correta, foi ostensiva, defendendo a destruição do patrimônio público e privado que estava sendo depredado”, completou Guidolim.

Vagner Carlos Marcolino é analista de sistema e pega ônibus todos os dias no tubo da Rua Comendador Fontana. Neste sábado, já que o tubo teve seus vidros quebrados e as portas destruídas, ele teve que caminhar várias quadras a mais para poder seguir ao trabalho.

“A partir do momento que vândalos destroem o patrimônio público, invalidam boa parte da manifestação e prejudicam o movimento”, disse Marcolino. “A PM agiu de maneira correta, combatendo os vândalos e não as pessoas pacíficas e de bem que manifestavam”, completou.

Para o empresário Biratam Giacomoni, que tem escritório na avenida, a ação dos vândalos é inaceitável. “Repudio toda e qualquer manifestação agressiva, com violência, que destrua o patrimônio público e privado”, afirmou. “A polícia tem mesmo que agir coibindo todas essas manifestações agressivas. A ação da PM do Paraná está muito boa, não podem deixar que atiram bombas e pedras nos prédios”.

Marcelo Frioli é motorista e tirou a manhã de sábado para ver de perto e fotografar a destruição no centro da cidade. “Se o povo quer sair às ruas para reivindicar algo, não é deste jeito, destruindo a cidade, que vão conseguir”, afirmou. “Curitiba é uma cidade que recebe muitos turistas, é bem feio ver o que os vândalos fizeram”.

Para o professor Roman Schossig, morador do Centro Cívico que acompanhou a manifestação da janela do seu apartamento é triste ver a depredação do patrimônio público. “Isso depõe contra o próprio movimento, que reivindica melhoras públicas e por causa de alguns vândalos perde credibilidade”, disse.

“Do meu apartamento pude ver que os vândalos provocavam os policiais com agressões verbais e pedras. Mesmo assim a polícia foi paciente e agiu quando tinha que agir”, completou Roman.

4 Comentários

  1. O povo pixa teatro porque não sabe para que ele serve!
    Então temos que deduzir que há um déficit de educação do povo.
    Uma Nação se identifica na cultura, logo percebemos que boa parte do povo não tem Noção.

  2. Thiago Medeiros Responder

    A pergunta é: até quando a tal ”maioria pacífica” vão continuar sendo cúmplice da ”minoria violenta”. Democracia se faz na urna, não na rua. Até quando vcs vão continuar sendo cúmplices desta bandidagem??

  3. Estou alertando isso desde os primeiros ensaios dessa canalhice.
    E não venham me dizer que é coisa de alguns elementos infiltrados. Mentira. Não tinha nenhum cadeieiro, entre os arruaceiros presos até agora. Pelo contrário, até filho de deputado petista tá envolvido na esculhambação.
    E quadrilha é quadrilha. Não tem como separar, entre os elementos duma quadrilha, os que têm mais , e os que não têm culpa.
    É tudo um bloco só, que se junta pra desestabilizar, e alcançar seus sórdidos objetivos, sendo que cada um tem sua função específica.
    Tanto é, que tem revesamento até de comando do bando bem articulado, e bem orientado..

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