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Morreu Carlos Antunes dos Santos, ex-reitor da UFPR

É com pesar que comunicamos o falecimento, na madrugada de hoje, do professor Carlos Roberto Antunes dos Santos, ex-reitor da UFPR na gestão 1998 a 2002. Ele tinha 70 anos e faleceu em decorrência de complicações de uma cirurgia. O corpo será velado no hall do prédio histórico da Universidade, na Praça Santos Andrade, a partir das 10 horas.

O horário e local de sepultamento ainda não foram definidos. A reitoria da UFPR decretou luto de três dias na instituição. O professor Carlos Roberto Antunes dos Santos nasceu em Porto Alegre – RS tendo sua formação acadêmica iniciada com a graduação em História pela UFPR, e, após, obteve o seu mestrado, em setembro de 1974, nos cursos de Pós-Graduação em História também da UFPR, com a dissertação “Preços e Profissões de Escravos no Paraná – 1860/1887”. Durante o período de 1974 a 1976 doutorou-se pela Universidade de Paris X – Nanterre/França, com a tese intitulada “Economia e Sociedade Escravista no Paraná”. Entre 1984 a 1986 realizou programa de Pós-Doutorado na École des Hautes Études d?Amérique Latine, na Universidade de Paris III/França, concluindo o referido programa com o trabalho intitulado “História Econômica do Brasil no contexto latino-americano”. Em 1992, através de concurso de provas e títulos alcançou a categoria de professor Titular do Departamento de História da UFPR, com a tese “Alimentar o Paraná Província”.Seus estudos se destacaram na área de História da Alimentação, com ênfase em Teoria/Metodologia e Historiografia, atuando, principalmente, nos seguintes temas: História, Gastronomia e Cultura Alimentar. Foi presidente da ANDIFES (2001/2002), secretário de Educação Superior do MEC – SESU – (2003/2004), e membro do Conselho Nacional de Educação (2003/2004) e do Conselho Superior da CAPES (2003/2004). Em 2002 foi agraciado com o 16º Prêmio Paranaense de Ciência e Tecnologia.

4 Comentários

  1. Obrigado pela notícia, Fabio. Apenas corrigindo, o velório será partir das 14h. Francisco (filho do Prof. Carlos).

  2. O Paraíso está mais rubro negro! – Junto com o ilustre professor, seguiu também, uma alma revestida de preto e vermelho; que inclusive defendeu a camisa rubro negra.
    Era filho do grande Motorzinho, técnico do lendário FURACÃO.

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