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Dilma tem popularidade de apenas 24% no Sul

De Ricardo Brito, Daiene Cardoso e Laís Alegretti, Estadão:

A pesquisa CNI/Ibope registrou que a popularidade da presidente Dilma Rousseff é maior nas regiões Nordeste, Centro-Oeste e Norte do país. No Nordeste, ela registra 43% dos entrevistados que consideram seu governo bom ou ótimo e, no Norte e Centro-Oeste, 35%.

A avaliação nacional aponta que a presidente tem 31% de classificação ótima ou boa. A região Sudeste do País foi a que Dilma teve o pior resultado: 24% dos entrevistados afirmaram que a gestão é boa ou ótima. No Sul, o indicador, também abaixo da média nacional, é de 28%.

Em outros dois quesitos, a aprovação da maneira de Dilma governar e a confiança na presidente, a pesquisa também apontou que nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste ela foi mais bem avaliada. No caso da aprovação da maneira de governar, ela obteve 58% de aprovação no Nordeste e 48% no Norte e Centro-Oeste. A média nacional foi 45%, sendo que no Sudeste, ela teve 37% e no Sul, 41%.

7 Comentários

  1. eu ja mandei um recado para nordestino. sao gente fina, mais esqueça a dilma, voltar atras nunca mais…nordestino,

  2. Por 2 motivos Dilma caiu mais no sul::
    – Sul maravilha com povo instruido , trabalhador e contribuinte .
    – PT bateu no Beto e levou o troco : NÃO AO PT.

  3. Ela só é boa ou ótima por causa deste falso assistencialismo hipócrita que vive a doar bolsas esmola para um bando de ignorantes a nossas custas através de impostos absurdos e os mandos de Lula.

  4. Num mundo de ignorantes quanto mais canalha melhor. É assim que a atual caterva de políticos brasileiros se dá bem.
    Para essa doença, corrupção, seu voto pode ser o remédio ou o veneno.

  5. Parreiras Rodrigues Responder

    “Dar esmola prum cabra sadio ou o vicia ou o envergonha”, mais ou menos isso, canta Luiz Gonzaga num dos seus baiões poesia.

    Nada contra a chamada bolsa família, iniciativa aliás do governo FHC – amaldiçoada por Lula quando Oposição depois transformada em mina de votos quando Governo -.

    O que se questiona é a sua perenidade, quando deveria ser emergencial e com prazo de validade.

    A gente viu isso nas cenas dos bolsistas indignados nas bocas dos caixas da CEF quando do boato do fim dos benefícios: Gente gordinha, bem penteada, bonitas roupas.

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