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1,5 milhões de jovens nem trabalham nem estudam

Valor Econômico

Cerca de 1,5 milhão de jovens entre 19 a 24 anos, concentrados nas faixas mais pobres da população brasileira, não trabalham, não estudam, nem procuram emprego — e o número de pessoas que se encaixam nesse perfil cresce. É o que mostra estudo feito por Joana Monteiro, pesquisadora do Instituto Brasileiro de Economia da FGV, batizado de “Os Nem-Nem-Nem: exploração inicial sobre um fenômeno pouco estudado”.

O levantamento, baseado na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios de 2011, mostra que o grupo de jovens desalentados (exclui donas de casa com filhos) já representava 10% da população nessa faixa etária. Com pouca escolaridade e baixa renda, eles podem elevar o desemprego se buscarem trabalho após os 24 anos ou serem permanentemente dependentes do governo.

7 Comentários

  1. O ensino técnico é a solução mais eficaz para combater o desemprego entre os jovens. Na Coreia do Sul e na Alemanha, em todas as escolas ministram cursos técnicos, dessa maneira o jovem tem maior facilidade para conseguir trabalho e chegar mais fácil aos bancos acadêmicos. Infelizmente no Brasil, essa realidade esta a léguas de distancia.

  2. -Os pais e avós os bancam com toda a galhardia e fazem pose de manos….
    -Bando de vadios sem vergonha na cara: não estudam, não trabalham, vivem de bolsas de auxílio, perdem sua juventude e o interesse para o trabalho e para o estudo, pois tem preguiça de tudo….serão as próximas vítimas para o tráfico de drogas e seu destino ficará nas mãos do IML…..
    -É isto o que o governo federal quer, escravizar o máximo possível as futuras gerações, vítimas das esmolas governamentais para servir de massa de manobra, para o tráfico de drogas, prostituição, crimes hediondos…
    -Meus velhos pais, já diziam: cabeça vazia, oficina do capeta!!!

  3. antonio carlos Responder

    E de quem é a culpa? Dos Governos, federal, estadual e municipais, é claro. Aí vem os tais especialistas em Educação pondo a culpa na escola, ela é que precisa mudar, ser atraente para o aluno. Sou do tempo em que se ia para escola para aprender e não merendar, merenda a gente trazia de casa. Não ficava de namorinho e muito menos batia ou xingava a professora. Levar puxão de orelha ainda não era crime, e quando vinha com nota baixa no boletim a minha mãe e o meu pai metiam a cinta na gente. Também não era crime. Sou do tempo em que estudar era obrigação, gostando ou não. E naquele tempo os professores não eram Mestres ou Doutores em Educação, eram formados ali no Instituto de Educação. As professoras não viviam encanadas porque não terem mestrado ou doutorado em Educação, ou equivalente. Confesso que só comecei a dar valor à Escola quando entrei na universidade, a centenária, aí vi como foi bom ter estudado. Este milhão e pouco de nem/nens é fruto só da demagogia, de gente que sempre quis passar por bacana e avançada, querendo reinventar a roda. Aí governantes pouco afeitos à Educação apostaram todas as fichas neles, e aí está o resultado, nem estudam e nem trabalham, porque hoje para trabalhar é preciso ter um mínimo de educação, e quem não tem educação fica do lado de fora, vendo a vida passar. Demagogia custa caro, mas pouca gente acredita nisto.

  4. Não demora muito já aparece um político querendo cria a bolsa, nem-nem-nem.E VIVA O BRASIL.!

  5. ESPERAR O QUE, FAZ MAIS DE UMA DECADA QUE O PAÍS ESTA ABANDONADO,SEM GOVERNO,QUEM ESTA NO COMANDO É UMA FACÇÃO CRIMINOSA CHAMADA pt.

  6. Infelizmente os nem, nem,nem vão continuar por muito tempo, pois é cômodo. Fico triste por saber que nós trabalhadores incansáveis é que de alguma maneira os ajudamos.Há também o quesito que ainda está muito forte, a falta de experiência no mercado de trabalho,para os inexperientes..Dizem aos quatro cantos que já aceitam jovens para o primeiro emprego, Minha filha, pós graduada, minha prima graduada, e outros parentes estão sem emprego porque não têm experiência.Aí, ficam fazendo o que não gostam. Portanto há os Nem ,nem ,nem….que nem isso e nem aquilo. Grande abraço!

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