Uncategorized

Ney luta para que curso de fisioterapia continue em Matinhos

O deputado Ney Leprevost, que é presidente do Grupo de Apoio do Litoral Paranaense – GALP e coordenador da Frente Parlamentar de Defesa do Litoral, mostrou-se preocupado com a notícia veiculada nesta sexta-feira, na imprensa, dando conta que o município de Matinhos, por falta de estrutura, vai perder o curso de Fisioterapia, mantido pela UFPR (Universidade Federal do Paraná).

De acordo com a notícia, o curso de Fisioterapia da UFPR não oferece vestibular desde 2011, e deverá ser extinto na cidade litorânea em 2015, quando a última turma se formar. Atualmente os alunos precisam vir a Curitiba para ter aulas práticas nos hospitais na Capital, além da dificuldade de não existir piscinas térmicas para as atividades, entre outras deficiências, em Matinhos. Na semana que vem, Ney Leprevost pedirá informações junto à UFPR, Prefeitura, Governo Estadual: “para termos dados exatos sobre esse problema e assim solicitarmos providências”.

“São dois problemas sérios. Primeiro por se tratar de educação e segundo porque entra o item de saúde. A alegação de fonte da UFPR, publicada na imprensa, é de que não existem condições estruturais para que o curso funcione em Matinhos, pois ele precisaria contar com hospitais de média e alta complexidade para o estágio dos alunos do terceiro e quarto anos. E não há esta estrutura”.

6 Comentários

  1. O Ney e o Alceuzinho são os únicos naquela Assembléia que lembram que existe litoral no Paraná.

  2. adalgiso pessogna Responder

    Esqueceram de informar o prncipal: o curso foi criado num ato politiqueiro do então reitor Moreira (aquele, que foi candidato a prefeito) com o aval do atual reitor Zaki Ackel -que na época era pró-reitor de administração. Sem estrutura o curso vai desaparecer mesmo. Mas os administradores da UFPR na época não podem deixar de ser responsabilizados.

  3. bom dia!!
    estava lutando para que a fisioterapia contiuasse mais desistiu????precisamos de mais incentivo ao nosso litoral.seriamos mais valorizados aqui se tivessemos mais cursos na area da saude

Comente