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Justiça aceita denúncia contra 16 acusados de tortura no caso Tayná

Da Gazeta do Povo:

A Justiça de Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), aceitou a denúncia contra 16 dos 21 acusados pela tortura dos quatro suspeitos durante a investigação do assassinato de Tayná Adriane Silva, de 14 anos – ocorrido na mesma cidade. A decisão foi tomada por um colegiado composto por três juízes, que chegaram à conclusão de que não compete à Vara Criminal da cidade julgar os outros cinco, que teriam cometido os atos de tortura em Araucária e em Campo largo – também na RMC.

A informação foi confirmada nesta quarta-feira (14) pela assessoria do Ministério Público do Paraná (MP-PR). A reunião entre os juízes ocorreu no último dia 7, quando houve a definição inicial sobre o caso. O consenso, no entanto, ainda não é definitivo, já que os juízes de Campo Largo e Araucária podem questionar a competência de julgar o caso em uma ação chamada de “suscitar conflito”. Neste caso, o Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) decide de quem é a responsabilidade de julgar as acusações contra os outros cinco policiais.

Tayná foi assassinada no dia 25 de junho, em Colombo e, rapidamente, a Delegacia Alto Maracanã deu o caso como esclarecido com a prisão de quatro suspeitos que teriam confessado ter estuprado e matado a adolescente. O rumo das investigações da morte começou a mudar, no entanto, a partir de uma declaração por parte da criminalística e pela apuração de tortura dos suspeitos por policiais.

10 Comentários

  1. A policia da região metropolitana de Curitiba principalmente, para ter sido treinada pelo pessoal do regime militar de 64. Agressividade faz parte da sua rotina, muitas vezes até para pedir informações nas delegacias, fica notável sua aspereza com aqueles que pagam seu salario.

  2. A Sociedade Responde Reply

    Tudo isso acontecendo e continua a pergunta: quem matou Tayná? Alguma coisa não está correta nisso tudo, pelo visto.

    Vinte um acusados, 16 denunciados e o NOME DO MALANDRO ASSASSINO ou MANDANTE não aparece.A sociedade quer saber que é o criminoso. É possível?

  3. JUSTIÇA ACEITA DENUNCIA DOS 16 ACUSSADOS, PARABENS, E QUEM MATOU… APAREÇE QUE ELES QUEREM SABER DAS TORTURAS SÓ… NAO DA MORTE DA MOÇA.

  4. Como em todas as guerras, na guerra entre as policías/policiais a primeira vítima é a verdade…
    Fazer justiça: identificar a autoria do crime, julgar e punir o criminoso vai pra segundo plano.
    E a mãe da Tayná, vai amargar, sozinha, sua perda e sua dor… Tomara que não…!!

  5. antonio Carlos Carvalho Reply

    Se continuar assim a turma dos direitos desumanos e o pessoal da OAB comprometido coma a maldita esquerda que domina o país logo, logo chegarão a conclusão que quem matou a menina foi ela própria auxiliada pelos gorilas da policia!!!!!ISTO É UMA VERGONHA, NINGUÉM INVESTIGA MAIS QUEM MATOU A MOÇA e os caras mau encarados da OAB estão questionando a vida sexual da adolescente (isto segundo entrevista da familia da menina) Que que é isto minha gente…para de boçalidade gente.

  6. Beto Richa tem que intervir ou mesmo algum politico de Brasilia contra os desmandos efetuados no nosso estado e que está sendo motivo de chacota internacional.Meliantes blindados e policiais presos baseados em denúncia fotográfica e sem julgamento. É uma situação inédita na justiça brasileira – está na hora de uma intervenção federal, ou mesmo as policias tomarem uma atitude drástica e parar de trabalhar porque a partir de agora se encostar a mão num dimenor é prisão perpetua.

  7. Mas que absurdo total e desvio do foco principal. O que queremos saber é a quantas anda a investigação sobre o assassinato da moça. Sobre isto só temos silêncio. A quem interessa desviar o foco deste crime ??

  8. antonio Carlos Carvalho Reply

    No regime militar eles não eram assim não. Quem era tratado assim eram os bandidos e os corruptos

  9. Renato Glotër Reply

    Gilsinho, se você gosta de apanhar e tem fixação em uniformes, o problema é seu. Mas não vá querer transfomar isso em lei para todos nós. Agressão é um crime bem tipificado no Código Penal. Seja menor ou adulto, nenhuma pessoa pode agredir os outros. Muito menos os policiais, que devem ser um exemplo para a sociedade.

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