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Petroleiros do Paraná entram em greve contra leilão do campo de Libra

Os petroleiros do Paraná começaram ontem uma greve por tempo indeterminado em apoio a uma mobilização nacional da categoria. O movimento é contra o leilão de petróleo do Campo de Libra, no pré-sal da bacia de Santos, previsto para 21 de outubro. No estado, a greve começou afetando as áreas de refino e transporte de petróleo e derivados, mas ainda não afeta a produção.

As informações são do Sindicato dos Petroleiros do Paraná e de Santa Catarina, que organiza o manifesto no estado. Silvaney Bernardi, presidente da entidade, prevê que, para começar afetar a produção, o movimento precisa durar pelo menos três dias. “Depende muito de cada paralisação. Mas, pelo nosso histórico, esse é o tempo que costuma levar para começar a impactar a produção.”

A greve no Paraná atinge três locais. Um deles é a Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária (região metropolitana de Curitiba), onde a troca de turno de funcionários ainda não foi feita por completo. Trabalhadores que entraram às 15 horas de quarta (16) continuam em seus respectivos postos até esta manhã. As outras unidades atingidas são a Usina do Xisto, em São Mateus do Sul; e o Terminal Aquaviário da Petrobras Transporte (Transpetro) de Paranaguá (Tepar).

O Sindipetro de SC e PR, junto com outras entidades do Brasil, entrou com várias ações civis e populares para sustar o leilão. A expectativa é de que uma definição sobre esse recurso saia ainda nesta quinta. Dependendo das definições de Brasília, os petroleiros podem avaliar o fim da greve em assembleia. Mas, até a manhã desta quinta, não havia previsão de reuniões de avaliação do movimento.

Pelas contas de Silvaney, 75% dos funcionários aderiram à greve, de um total de 950. Nesta manhã, no entanto, apenas cerca de 100 estavam no protesto em frente à refinaria. Ele explica a adesão dizendo que muitas pessoas nem saem de casa devido à greve e que os que chegam à unidade de carro dão a volta, já que não encontram local para estacionar fora da refinaria. “A maior parte dos que aderiram à greve é do setor operacional, que é quem faz a refinaria funcionar, que trabalha em máquinas e equipamentos. Na parte administrativa, a adesão é menor.”

2 Comentários

  1. Cabe aqui reproduzir a frase da filósofa russo-americana Ayn Rand (judia fugitiva da revolução russa, que chegou aos EUA em meados de 1920):
    “Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; Quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores: Quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influẽncia, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; Quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; Então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada.”

  2. NARIZ DE FOLHA Responder

    ONDE ESTÁ A CUT?

    ONDE ESTÁ A EX-COMBATIVA CUT ?

    ESTÁ A FAVOR DA VENDA DO MAIOR CAMPO DE PETRÓLEO DO PAÍS ?

    ONDE ESTÁ A CUT E SEUS LI´DERES ?

    OS LIDERES ESTÃO A FAVOR DA PRIVATIZAÇÃO PETISTA ?

    ONDE ESTÁ A CUT ? ONDE ESTÁ A CUT ? CUT ONDE ESTÁ ?

    ESCONDE-SE DE VERGONHA ? OU POR ORDENS DA CÚPULA DO PT DE BRASÍLIA E DA PRESIDENTE DILMA.

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