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Familiares de pacientes que morreram na UTI do Evangélico pedem justiça no Caso Virgínia

Da Banda B:

Um protesto silencioso tomou conta do Cemitério Municipal de Curitiba na manhã deste sábado (02), Dia de Finados. Parentes de pessoas que faleceram na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Evangélico pedem justiça no caso da médica Virgínia Soares, acusada pelo Ministério Público de acelerar a morte de pacientes.

Segundo Inima Lemos, uma das manifestantes, os familiares aproveitaram a data para chamar a atenção das autoridades para o caso. Para ela, o pai foi uma das vítimas da médica que chefiava a UTI. “Eu tenho certeza que ela esteve sim envolvida na morte do meu pai. O que nós queremos é que o caso venha a júri popular”, contou à Banda B.

De acordo com a manifestante, o pai ficou internado durante 10 dias na UTI após sofrer convulsão e teria recebido o coquetel de medicamentos que o levou a óbito. “Eu só fico pensando que, se não fosse ela, ele estaria vivo. Muitas outras pessoas sentem o mesmo pelos parentes”, explicou Inima.

Entre as faixas carregadas pelos manifestantes, uma em particular chamou a atenção de quem está no local. Ela diz “Minha mãe, seu pai, sua tia, seu irmão, seu amigo, conhecido ou não conhecido, merecia ou não morrer?”.

O protesto deve seguir por toda a manhã. Os manifestantes vão se revezar para distribuir panfletos e divulgar o grupo “Parentes na UTI do Evangélico” em diferentes cemitérios da cidade.

2 Comentários

  1. Antecipar a morte, assassinato, qual é a diferença ?
    Só a imprensa marron é quem sabe.

  2. Cade o judiciário??? Uma vergonha!!! Acusado de vários homicídios e solta. Só porque é rica. Se fosse presa, viciada em crack, e tivesse roubado uma panificadora, jamais estaria solta!!!

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