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PSDB aprova requerimento para
ouvir Cardozo

Do Josias de Souza:

A Comissão de Segurança e Combate ao Crime Organizado aprovou nesta quarta-feira (27) requerimento do PSDB para que o ministro José Eduardo Cardozo (Justiça) preste esclarecimentos na Câmara. O tucanato deseja inquiri-lo sobre sua decisão de enviar à Polícia Federal “documento apócrifo” que acusa políticos do PSDB, DEM e PPS de envolvimento com o cartel suspeito de fraudar licitações de trens e metrô no Estado de São Paulo.

O requerimento foi apresentado pelo presidente da comissão, Otávio Leite (PSDB-RJ), e pelo líder da bancada tucana na Câmara, Carlos Sampaio (PSDB-SP). O pedido foi aprovado um dia depois de a cúpula tucana ter acusado o PT de adicionar documento fraudado ao inquérito da PF. A sessão para ouvir Cardozo foi marcada para a próxima quarta-feira (4).

O ministro será questionado também sobre as providências adotadas por sua pasta para tentar repatriar o petista Henrique Pizzolatto, o condenado do mensalão que fugiu para a Itália para não ser preso.

6 Comentários

  1. Cardozo fez o que todo PTista faz, DOSSIÊ FALSO para denegrir adversário .
    Se a presidente ilibada colocaria esse cara na rua

  2. ARA, ARA ,ARA MINISTRO FAZENDO ARTE??? ESTA JUSTIÇA EM TODOS AS PARTES DESTE RINCÃO CHAMADO BRASIL, AS MAIORES INJUSTIÇAS SÃO COMETIDAS PELA JUSTIÇA E O SENHOR É O COMANDANTE DESTES DESMANDOS

  3. MENSALEIRO JUNIOR Responder

    e os mensaleiros condenados e presos o ministro e o Silvajr não tem nada a dizer ?

  4. Que exemplo o Ministro da Justiça pode dar aos cidadãos brasileiros?! Estamos no “mato sem cachorros”!

  5. Ex-secretário de Transportes do PSDB movimentou R$ 28 milhões de propinas. E agora, Aécio?

    “O jornal O Globo, reconhecidamente como de oposição ao ao governo federal e amigo dos tucanos, deu, nessa quinta feira, (28), a notícia sobre propinas no metrô comandado pelos tucanos. Será que o Aécio vai convocar a imprensa para acusar o jornal de estar fazendo dossiê contra os tucanos?

    Ex-secretário de Transportes de SP movimentou R$ 28 milhões

    A investigação de cartel denunciada pela Siemens não é a única que envolve as obras do metrô paulista. Contratos firmados pelo grupo Alstom para fornecer energia ao metrô de São Paulo também estão sob suspeita. Investigações do Ministério Público de São Paulo sobre um contrato firmado em 1998, na gestão de Mário Covas (PSDB), mostram que Jorge Fagali Neto, irmão do ex-presidente do metrô José Jorge Fagali, tinha autorização para movimentar na Suíça a conta do responsável por uma das consultorias suspeitas de movimentar propina para a Alstom: a Taltos, de José Geraldo Villas Boas. Também o consultor podia movimentar uma conta de Fagali Neto no Banco Safdié, em Genebra. As contas foram mapeadas pelo Ministério Público da Confederação Suíça e documentos, entregues a autoridades brasileiras.

    Fagali Neto movimentou R$ 28 milhões em contas na Suíça. Ele foi secretário de Transportes no governo Luiz Antonio Fleury Filho (PMDB); trabalhou no metrô por sete meses em 1993; foi diretor dos Correios ( em 1997) e atuou no projeto de financiamento para a Linha 4 do metrô. Fagali Neto aparece no inquérito do Ministério Público também como representante de três fundações no exterior: Andrius e Lenobrig, em Lichtenstein, e Niton Foundation, no Panamá. É também representante da offshore Woler Consultants, no Panamá.

    Villas Boas também disse ao Ministério Público, no depoimento que consta no inquérito, que repassou a terceiros parte do que a Taltos recebeu. Explicou que, a cada 100 francos franceses, 17 ficavam com ele e parte era repassado a Jean Pierre Courtadon, dono de outra consultoria apontada como intermediária de propinas, a Andros. Em 1998 e 2001, a Andros fez dois depósitos na conta de Fagali Neto.

    O Ministério Público ingressou com ação cautelar para manter as contas bloqueadas na Suíça e requisitou documentos. Os investigados no inquérito recorreram ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), alegando que informações produzidas na Suíça não podem embasar ações na Justiça brasileira. O recurso ainda não foi julgado pelo STJ.”

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