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Com jeitinho

Do Lauro Jardim:

Para ajudar a conseguir o superávit fiscal de 2013, o governo empurrou com a barriga e jogou pesados pagamentos para fornecedores – notadamente empreiteiras – para o dia 2 de janeiro.

4 Comentários

  1. Vigilante do Portão Responder

    E a Gazetona só fala do Beto Richa.

    Nada de criticar as maracutaias contábeis e financeiras da Dilma.

    Na Folha de ontem:

    BNDES prorroga o prazo para o MARFRIG pagar dívida.

    O poderoso Banco deu + dois anos para o Frigorífico pagar um empréstimo.

    Pior, aceitou a clausúla que converte o valor em PARTICIPAÇÃO ACIONÁRIA.
    Pelo valor de R$21,50 (p/ação);
    Na Bolsa, último pregão, a ação foi vendida por R$3,96.

    Um PREJUÍZO para o Banco Estatal.

    O Povo Brasileiro vai pagar mais essa.

  2. A frase do Deputado Beto Albuquerque é o resumo mais interessante para explicar o que o Governo fez: “O Mantega versão 2014 evoluiu da contabilidade criativa para a contabilidade do calote. Não paga as contas e diz que fez superavit”.

  3. Parreiras Rodrigues Responder

    Anos 60, em Santa Isabel do Ivai – o maior produtor de abacaxi* do Sul brasileiro – tinha o Chico Chaves. Pernambucanim baixim, gordim. Tinha um “armazém” que atendia as classes C e D, hoje promovidas à A. Todo mundo mandava marcar na caderneta pro pagamento fim de mês. Quando aconteciam as brigas. Chico Chaves marcava 19,00 mais 6,00 colocando o 6 debaixo do 1 o que totalizava 79,00. Até a dona de casa ou o operário, geralmente acompanhado dum filho na escola convencer que o 6 deveria ficar debaixo do 9, que daria 25,00, era um bate-boca da “mulesta, da besta serena”. Mantega é da escola Chavista, não o venezuelano, o isabelense mesmo. Vá ser ruim de conta assim, lá na casa do caraio.

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