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Caingangues acampam em Curitiba e esperam Gleisi

Um grupo de índios Caigangues, formado por mulheres e crianças, está acampado às margens do Rio Belém, ao lado da rodoviária de Curitiba. As mulheres trabalham na confecção do artesanato vendido nas ruas da capital. As crianças brincam e pedem dinheiro nas ruas. A estrutura é precária, as barracas feitas de lona plásticas e madeira velha. A situação é uma triste lembrança para Gleisi Hoffmann (Casa Civil) que se opõe, de forma contundente, contra a demarcação das terras indígenas e abandonou os índios à própria sorte no Paraná.

A falta de renda nas reservas é principal motivo para migração dos índios aos centros urbanos. “Falta vontade política”, aponta o coordenador da Funai em Curitiba, Evídio Batistelli. Segundo Batistelli, a Funai briga com a prefeitura para a criação de um espaço específico. “Na Vila Izabel temos um espaço onde é possível construir um abrigo definitivo. Isso depende muito da prefeitura, mas falta vontade política”.

Além dos descaso do neoamigo de Gleisi, o prefeito Gustavo Fruet (PDT), a ministra conta ainda com um histórico turbulento coms os índios. Em dezembro foi recebida com protesto na região Oeste com faixas “Gleisi não suje suas mãos com sangue de índios”. Na ocasião os índios queriam a atenção do governo federal para a demarcação de terras. Gleisi engavetou os pedidos de demarcação das terras indígenas. E ainda foi cobrada a dar explicações na Câmara dos Deputados sobre estudos falsos, um inclusive da Embrapa, e por declarar que os índios do Paraná são “paraguaios” porque falam guarani, a língua oficial do Paraguai.

6 Comentários

  1. sergio silvestre Responder

    Indios da cidade querendo benesses,usuarios de transporte publico querendo passear de graça,idosos sarados como eu querendo estacionamentos,cortar filas e aposentadoria nababesca,politicos querendo jatinhos,vereadores de micro-cidades visitando puteiros e gastando o pouco que sobra do municipio,ladrão querendo comida balanceada e transar com suas cinco meninas que são mães dos seus sete filhos.
    Eu pobre contribuinte não mereço isso!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  2. Todos devem voltar para suas reservas. Onde têm total assistência. Indio não deve se envolver em política.

  3. antonio carlos Responder

    E lá em São João do Caru são os produtores rurais chutados das suas terras que estão fazendo o mesmo. Mas não contam com a solidariedade de nenhum ministro. E os do Posto da Mata, lá no MT, continuam dormindo ao relento a espera de alguma solução, porque também foram chutados das suas propriedades rurais para dar lugar à índios..

  4. Olha….este papo de não ter fonte de renda, não cola. Vi com meus próprios olhos, o cacique da aldeia caingangue, situada no municipio de Manoel Ribas, vender um trator, novo em folha, doado pela UEM. Eles tem terras (não vou discutir se são ou não suficientes para todos), posto de saúde próprio e escola propria. Vi indios com boas casa, tvs LCD e playstation…..quase todos os homens bebados, e as mulheres a tecer seus cestos…..e absolutamente ninguem arando, cultivando ou tirando da terra, qualquer sustento. Existem muitas questões a serem discutidas sobre a situação dos índios brasileiros, mas cada tribo é uma tribo, cada caso, é um caso. Existem aldeias situadas em municipios do Mato Grosso do Sul, com menos terras e que sobrevivem da preservação de sua cultura, de suas raízes, transformando-se em atração para os turistas. Nem todas as alternativas dependem ou precisam passar pela anuencia ou auxilio governamental, da mesma forma que muitos moradores de rua não aceitam ajuda, não querem deixar sua condição de indigencia, muitos indios também não tem a vontade em caminhar com as proprias pernas, com iniciativa própria. Neste caso em particular, eles querem apenas usar suas crianças para esmolar e ainda debochar do serviço social, pois sabem, nas palavras deles mesmos (ditas aos risinhos) que “indio é diferente”……

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