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Caíto responde a Requião

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O deputado Caíto Quintana se viu agredido por Requião desde que decidiu apoiar a coligação do PMDB com Beto Richa e descartar a candidatura própria do senador. Hoje deu sua resposta em nível elevado, contrastando com a retórica ofensiva de Requião.

“Minha familia entende, como eu, que o PMDB não é propriedade particular de ninguém. Sabe que nunca me omiti em defender meu partido, desde os tempos difíceis do MDB, quando fui candidato em municípios da área de seguraça nacional comandada por interventores. Entendemos que a manutenção do partido passa pelo direito de todos terem opiniões, mesmo que divergentes, na busca do melhor caminho.”

4 Comentários

  1. Caíto passará a fazer parte da longa lista de vítimas do Bob Req
    José Richa Gustavo Fruet
    Mauricio Fruet Adail Passos,
    Mário Pereira Paulo Salamuni
    ALVARO DIAS Nelton Friederich
    OSMAR DIAS enfim, milhares de traídos.
    Orlando Pessuti
    Deni Schwartz
    Euclides Scalco
    Nilson Sguarezi

  2. EM NOME DA DEMOCRACIA,
    SOU CANDIDATO A SUPLENTE DE SENADOR

    WAGNER ROCHA D’ANGELIS (*)

    O ano de 2014, para o Brasil, não será marcado apenas por acolher a Copa do Mundo de Futebol em doze de suas praças esportivas, mas também pela realização de eleições majoritárias e proporcionais nos planos estadual e federal. E tal qual em outras unidades da federação, a população do Paraná deverá decidir, por sufrágio universal, a sua preferência para os cargos de presidente e senador da República, governador do Estado e, igualmente, para deputado federal e estadual.

    Nos termos do calendário eleitoral adotado pelo TSE, o 1º turno das eleições ocorrerá no dia 5 de outubro e o 2º turno no dia 26 de outubro. Até por isto, cabe relembrar que todos os partidos políticos têm o prazo de 10 a 30 deste mês de junho para realizarem as suas convenções estaduais, objetivando oficializarem eventuais coligações e escolherem os seus candidatos aos diversos cargos disputáveis.

    Neste contexto, vale esclarecer que no atual pleito eletivo cada partido político ou coligação poderá requerer registro de um candidato ao Senado Federal por Estado, com dois suplentes, para mandato de oito anos. E, frise-se, dado o modus operandi no campo partidário, cada candidato a senador tem direito a indicar os seus dois suplentes, registrando-se a candidatura em chapa única e indivisível. Logo, como se percebe, os filiados de um partido político recebem, goela adentro, a imposição de nomes que acompanham a candidatura principal.

    Para quebrar essa forma antidemocrática de escolha, o que implica em total falta de legitimidade do sistema e aguça a desconfiança pública com relação à seriedade dos postulantes, é que inscrevi meu nome para o posto de primeiro suplente de senador pelo PSDB-PR, partido a que estou filiado desde 2005, requerendo para tanto que a citada agremiação partidária promova disputa interna pelas vagas de suplentes senatoriais na convenção designada para o dia 29 de junho próximo.

    Conclamo a sociedade paranaense, em nome dos princípios democráticos consagrados constitucionalmente, a exigir dos partidos políticos, sem exceção, que suspendam as viciosas práticas de impedir eleições livres para todos os cargos, para em troca se estabelecer a candidatura direta aos suplentes de senador.

    Tanto quanto ajudar a melhorar a representatividade do Paraná junto ao Congresso Nacional, almejo que a minha candidatura à primeira suplência do senado pelo PSDB do Paraná ajude no processo – que urge! – da democratização interna das instituições partidárias.

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    (*) Wagner Rocha D’Angelis – advogado, historiador e professor universitário, já exerceu os cargos de Ouvidor-Geral do Estado do Paraná e Coordenador da Fundação Projeto Rondon no Paraná.

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    OBS.: Para o Blog do Fábio Campana,

  3. o amigo do povo Responder

    Enganou seu Elias, o deputado já se deixou enganar pelo senador maluco, poderia ter sido conselheiro do TC bem antes do irmão deste infeliz. A legião dos humilhados e ofendidos pelo senador maluco acabou, porque ele só canta de galo aqui na província, no Senado se porta como uma vestal.

  4. O PMDB com este pensamento de alguns deputados estaduais da legenda, de não lançar candidatura própria deixa de ser um partido de de liderança política, para ser um partido de reboque, como os partidos nanicos. O tiro pode sair pela culatra , muitos deputados estaduais do PMDB podem não se reeleger e perderem votos deles, de legenda e a confiabilidade da população paranaense, que poderão migrar para votar em outros deputados de outras siglas de lideranças políticas e não de reboque.
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