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Com 30% contra, PMDB confirma apoio a Dilma

8 Comentários

  1. joão josé ramirez Junior Responder

    Uma pergunta que não quer calar…. se o PMDB, em nível nacional apoiará o PT, porque no Paraná a proposta de coligação é tão somente com o PSDB. O correto não seria, primeiro a decisão COLIGAÇÃO OU ALIANÇA e posteriormente, ALIANÇA PSDB OU PT, ou a CANDIDATURA PRÓPRIA ENTRE requião E PESSUTI ???? fica a dúvida dessa “tendenciosa” votação pró beto. Não há no PMDB quem queira apoiar gleisi se for o caso ????

  2. SYLVIO SEBASTIANI Responder

    Com 30% agora, depois da Copa Vai para 50% e em fins de Agosto, com certeza, com a queda da Dilma, vai inverter, passa para 70% “contra” a Dilma e Temer. Se ficar mais acelerado, até o Temer entra nestes 70%! Aguardem !

  3. Essa votação se refere ao Diretório Nacional do PMDB e o cálculo das porcentagens na verdade é de 59%(398)SIM e de 41%(275)NÃO, o que demonstra que os “fisiológicos” estão divididos e esta situação, certamente se refletirá na votação presidencial.

  4. Valter Barelli Responder

    Esses 30% após a eleição vão dizer. “Mas eu te disse!!, Mas eu te disse!!”

  5. Esse pessoal que fica com um pé lá, outro cá, vai perder eleitor, para as pessoas decentes e de uma cara só e repudiam essa atitude.
    Quem ama o Brasil não vota em político ladrão e corrupto, e o pt agrega os “melhores” nessa artimanha maléfica.

  6. CLOVIS PENA - Uma pena Responder

    Em Brasília foi selada a coligação com o PT. Quem foi contra ?
    Dos que apoiaram aliança com o PT quantos vão estar com Gleisi, com Beto ou com Requião? Vão declarar voto ? Difícil explicar…Daí vão dizer que no Brasil é assim mesmo ! É por isto que as coisas não se resolvem. É por isto que alguns condenados pela justiça decidem os destinos do povo. Desgovernos, com comandos miméticos, sem cor e sem lado !
    E daí dizem que estão ofendidos. Mas, os atuais magoados, salvo poucos, viveram à sombra de quem hoje condenam. Parece que lhes falta um pouco de visão de realidade. Por algum motivo, no passado recente muitos reclamantes ou seus parentes se acomodaram em bons cargos, em privilegiadas posições e até defendiam com vigor os seus atos, beneficiando-se, enquanto esperavam mudanças pelo tempo, em conveniente silêncio submisso. Então, parece que faltou entre eles alguém com suficiente habilidade política. Habilidade como a daquele que tomou o controle do partido das mãos de um governador e saiu candidato, com apoio do próprio governador. Mas, não contra o partido. E, por isto, estamos preparados para um cenário diferente, quem sabe, no dia 21 próximo. Ou antes, se a executiva nacional desejar. O fato é que não ficará bem para o eleitor paranaense receber um “prato feito” em outubro. Seria uma pena.
    Clovis Pena

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