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O homem bomba vai falar

Costa

“Esta delação premiada pode derrubar a República”, frase de um deputado do PMDB que figura entre os amedrontados pela ayitude do ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa. Costa ofereceu à Justiça Federal do Paraná fazer um depoimento em regime de delação premiada, quando falaria tudo o que sabe sobre contratos com a Petrobras.

Com a delação premiada, Paulo Roberto Costa pode negociar redução de pena e até pedir que seus parentes, como filhas e genros, não sejam envolvidos nos processos que ele responde. O ex-diretor da Petrobras percebeu que pelo encaminhamento das ações contra ele, dificilmente deixará de ter pesadas condenações. Ele estaria disposto a falar tudo o que sabe, o que deve envolver outros dirigentes da Petrobras e também de políticos que teriam se beneficiado pelo esquema que ele montou.

Além de Paulo Roberto Costa, o doleiro Alberto Youssef também está indiciado no esquema que movimentou mais de R$ 10 bilhões.

PF FAZ OPERAÇÃO NESTA SEXTA-FEIRA

A Polícia Federal cumpriu nesta sexta-feira, no Rio, 12 mandados na sexta fase de diligências da Operação Lava-Jato, sendo 11 deles de busca e apreensão e um de condução coercitiva – quando a pessoa é obrigada a prestar depoimento – em empresas vinculadas ao ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, e seus familiares. No início da tarde, três carros da operação chegaram à Superintendência da Polícia Federal com os malotes de documentos apreendidos nas empresas suspeitas de ligação com o ex-diretor da estatal.

As medidas foram requeridas ao juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba pelos integrantes da Força Tarefa do Ministério Público Federal, em trabalho conjunto com a Polícia Federal. Um sócio do genro de Costa seria ouvido pelo suposto empréstimo de dinheiro a ele, o qual foi apreendido posteriormente com o executivo em casa.

A Polícia Federal indiciou 46 pessoas por lavagem de dinheiro e evasão de divisas, entre elas o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef. O ex-diretor da Petrobras e o doleiro atuaram juntos na área de consultoria a empresas que têm negócios com a Petrobras. Dono da empresa Costa Global, Paulo Roberto Costa havia se associado a Youssef para a compra da Ecoglobal, empresa que obteve um contrato de R$ 443,8 milhões com a estatal, segundo a investigação. Esse contrato foi apreendido na sede da Petrobras.

Pelas investigações da PF, Youssef e outros três doleiros movimentaram aproximadamente R$ 10 bilhões de forma atípica. Alguns indiciados foram apontados também por corrupção, formação de quadrilha e tráfico de drogas.

4 Comentários

  1. Não vai sobreviver ao final de semana. A turma do lularápio vai mandar matar o cara logo.

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