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‘Se você quiser uma definição de empresário, use Antônio Ermírio’, diz Delfim Netto

O economista e ex-ministro Delfim Netto foi um dos que lamentaram a morte de Antônio Ermírio, presidente de honra do grupo Votorantim, que morreu hoje, aos 86 anos: “Se você quiser uma definição de empresário, use Antônio Ermírio.
Fica um sentimento de saudade antecipado porque ele vai fazer muita falta. Ele analisava bem projetos e tinha uma coisa importante: era capaz de tomar riscos”, disse Delfim Netto.

2 Comentários

  1. Parreiras Rodrigues Responder

    Os petistas dizem: Lá se foi mais um explorador do proletariado, dos fracos, dos oprimidos.
    O contrário do que dizem quem trabalhou em suas empresas.

  2. Ótimo. Com todos os seus méritos e galardões. No Brasil sabemos que mortos viram santos, ainda mais se forem supermilionários. Contudo, era um típico multimilionário empresário brasileiro que se fez pelo Estado todo-poderoso. Seu pai, o senador José Ermírio de Moraes, amigo do peito do ditador Getulinho ganhou de presente o monopólio do cimento. Simples. Como não enriquecer como o único empresario do setor, proibida toda e qualquer concorrência. Até eu viraria um grande empresario. Um cartório do cimento num país em crescimento. Mantido intacto na ditadura militar e amenizado com uma especial exceção regional, aqui no Paraná, empreendida pela turma de Irati na década de 1970. Afirmo que não existe fortuna acima de cinco bilhões de reais no Brasil formada sem um oligopólio ou um monopólio concedido pelo governo nas décadas de 40, 50, 60 ou 70, aí incluídos os empreiteiros. Desafio algum espetinho a dizer o contrário. O resto é papo furado de puxa saco de milionário.

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