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Debate Band: presidenciáveis falam sobre a Segurança

segurança pública

No começo do debate realizado na Band, os candidatos à Presidência tiveram que responder quais seriam as medidas que tomariam para diminuir a criminalidade no Brasil e acabar com o domínio das facções.

Veja o que cada um disse.

Pastor Everaldo (PSC): defendeu a criação de um Ministério da Segurança Pública, que capacitaria a Polícia de todos os Estados. O trabalho seria voltado à capacitação por meio de serviços de inteligência e equipamentos.

Luciana Genro (PSol): a candidata preferiu usar o tempo de suas resposta para destacar a importância de estar representando o PSol e sucedendo Plínio de Arruda Sampaio. Luciana também lembrou da época em que foi expulsa do PT.

Marina Silva (PSB): defendeu o desejo de mudança no país de um modo geral e condenou o atraso político. Prometeu o combate ao tráfico e à violência, sem deixar de respeitar os direitos humanos.

Aécio Neves (PSDB): prometeu repetir o modelo empregado por ele em Minas Gerais, com a unificação da Polícia Militar com a Civil. Aécio pediu uma profunda e rápida reforma no Código Penal, para que a sensação de impunidade seja minimizada. O candidato também lamentou a falta de investimentos federais nas fronteiras.

Dilma Rousseff (PT): a candidata defendeu que a segurança pública deve ser compartilhada entre a União e os Estados. Disse ela que União e Estados não podem atuar de forma fragmentada. Dilma citou o exemplo da Copa para provar a eficácia da integração das forças.

Levy Fidelix (PRTB): criticou os poucos investimentos destinados à área da Justiça. Também falou sobre maioridade penal e o auxílio aos estados no combate do tráfico e proteção das fronteiras. Defendeu a privatização das penitenciárias.

Eduardo Jorge (PV): defendeu, essencialmente, a legalização de algumas drogas que poderiam diminuir a violência que ocorre em função do tráfico de drogas e armas.

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