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Metamorfose ambulante

Por suas contradições e mudanças de opinião em questão de horas – e até mesmo em seu programa de governo – a candidata Marina Silva foi chamada de “metamorfose ambulante” pelo candidato Aécio Neves, inspirado pela música de Raul Seixas. Em seus tempos de poder, Lula já havia assumido, publicamente, esse rótulo. Alegava, na época, que mudanças de pontos de vista “fazem parte do processo democrático”. O PSDB, do seu lado, está atento à possibilidade de algum tropeção de Marina Silva, do tipo que vitimou Ciro Gomes (perguntado sobre a função de sua mulher, Patrícia Pilar, ele disse que “é dormir comigo”) e Celso Russomano, que propôs aumentar o preço das passagens de ônibus para trajetos mais longos.

1 Comentário

  1. Doutor Prolegômeno Responder

    Não votarei em Marina, mas, é evidente que o povo quer uma metamorfose, seja ela ambulante ou não. O PSDB e seus líderes nunca fizeram uma oposição convincente e o povo percebeu que tinham medo de Lula. O grande líder da oposição foi um senador vagabundo e safardana, com nome de orador grego, que enganava os trouxas enquanto fazia seu butim. Já lulopetismo está com óbvia fadiga de material e carcomido até os ossos por uma lepra moral incurável. Foi isso que os gritos estridentes das ruas no ano passado disse e é isso que os gritos do silêncio popular deste ano estavam dizendo. Sobrou Marina, a vestal da floresta. Vocês vão ter que engolir.

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