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Presidente da Copel rebate Requião

lindolfo zimmer copel

Da Folha de Londrina:

O presidente da Companhia Paranaense de Energia (Copel), Lindolfo Zimmer, rebateu ontem as declarações do candidato do PMDB ao governo do Paraná, Roberto Requião, de que foi colocado na empresa pelo Grupo Gulin. Em entrevista à FOLHA, publicada também ontem, o peemedebista disse que o governador Beto Richa (PSDB) foi financiado por grandes grupos de interesses econômicos e que esses grupos hoje tomaram conta do Estado e, especialmente, da Copel.

“Não sou representante de empresa privada, sou engenheiro da Copel há mais de 40 anos”, afirmou Zimmer, em nota enviada à FOLHA. “Na época da tentativa de privatização da Copel, eu era diretor de marketing da Companhia e posicionei-me contra a venda. Todo o processo da comunicação do projeto de privatização foi conduzido pelo secretário estadual da Comunicação Social, que na época era o senhor Rafael Greca”, prosseguiu.

O engenheiro também respondeu às acusações do senador de que estaria intermediando venda de energia da Copel Geração para a Copel Distribuição. “Por força de lei, a comercialização de energia da Copel se dá por editais públicos, a preços de mercado e segue, estritamente, a legislação do setor elétrico. Todos os contratos da Copel são legais, públicos e auditados, e visam ao crescimento e a sustentabilidade financeira da empresa. Dessa forma, repudio as ilações sobre a gestão da empresa, que é conduzida de forma ética, técnica, responsável e profissional e com resultados positivos que são atestados por instituições renomadas do País.”

Mariana Franco Ramos
Reportagem Local

14 Comentários

  1. essas acusações contra a administração da COPEL, e desespero do candidato Requião, que cada vez mais cai nas pesquisas, a empresa é uma referencia nacional de administração.

  2. Comando, a conta de luz é problema do governo federal, DILMA, não viu que o Requião foi proibido de falar esta mentira no site e teve que se retratar.

  3. quem determina as tarifas de energia eletrica e o governo federal “dilma”, o governo do estado e a direção da copel não apitam nas tarifas.

  4. Vivemos no economia capitalista, após o collor o Brasil abriu as portas para o mundo, o candidato ao governo do estado ainda tem pensamento do Brasil Império fechado, Brasil anda pra frente e tem muita importância no contesto mundial. Muda meu irmão

  5. Quanto a questão tarifária e processos de compra e venda de energia, as regras são claras e foram seguidas.Então a Maria Louca está mais uma vez delirando!
    Já quanto ao resto………( indicação, privatização etc…) , “menas” Dr Lindolfo, “menas”!

  6. com este resultado do data folha o requião desiste de vez agora ele joga a toalha e percebe que o praso de validade dele já venceu a muito tempo agorda requião

  7. laerte rodrigues dos santos Responder

    oq vc me diz da energia subiu 36;reais para 62,00
    quem poderia me responder porque subiu tanto.

  8. Incrível até agora ainda não apareceu aquele abduzido do Pinoquião para tentar defender o indefensável. Talvez até o fim do dia ele venha com alguma defesa do seu ídolo.

  9. NO TEMPO DO PINOQUIÃO AS DIRETORIAS ERAM TODAS DE CARGO EM COMISSÃO,HOJE SE VALORIZA O PROFISSIONAL DE CARREIRA,QUE É O CASO EM QUESTÃO,QUANTO A PERGUNTA DO SR LAERTE,A ENERGIA SUBIU PORQUE A PRESID-ANTA DEU UM DESCONTO DE 18 % ANO PASSADO,SÓ QUE NÃO COMBINOU COM OS ACIONISTAS,AGORA ELES QUEREM A PARTE QUE LHES CABE COM JUROS E TUDO,SÓ POR ISSO A DÍVIDA A SER PAGA POR NÓS CONTRIBUINTES É DE 35% DE REAJUSTE,AÍ TEM UNS JEGUES QUE JOGAM A CULPA NO GOVERNO DO ESTADO.

  10. Edição da Lei
    8631/93
    que, pôs fim à unificação tarifaria e à remuneração garantida
    Introdução do conceito de equilíbrio econômico – financeiro
    (Lei 8987/95)
    Portanto devemos respeitar as opiniões das pessoas “e não chama-las de
    jegues”

  11. Fabio, interessante levar ao conhecimento do eleitor que o aumento de energia, autorizado pela ANEEL, foi implantado em todos os Estados. No Rio Grande do Sul, por exemplo, Estado governado pelo PTista Tarso Genro, o reajuste autorizado foi de 30,29% para a industria e 28,86% para as residências. Estes percentuais abrangem 118 municipios gaúchos.

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