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As redes sociais e as eleições

Gaudêncio Torquato

Três em cinco eleitores brasileiros estão nas redes sociais, algo em torno de 84 milhões de votantes. O dado é expressivo. Indica que a campanha eleitoral entrou bem nos corredores eletrônicos.

De julho até dias atrás, o Facebook registrou 58 milhões de mensagens relacionadas às eleições, propiciando curtidas, compartilhamentos, comentários a favor e contra.

O monitoramento tem sido acompanhado pela cientista política norte-americana Katie Harbath, estudiosa do uso das redes em campanhas políticas, em passagem pelo país.

A situação merece destaque pela introdução das ferramentas da era tecnotrônica em nossa seara política, até então afeita a rudes costumes e velhas práticas, particularmente na metodologia de cooptação eleitoral.

Do centro aos confins do território, que ainda dão guarida ao balcão de recompensas para se obter o voto, a chave eletrônica começa a abrir a cabeça de um eleitor cada vez mais antenado nas maravilhas do aparato ao seu redor, a começar do celular.

5 Comentários

  1. Vigilante do Portão Responder

    Quem sabe, num futuro não tão distante, poderemos ABOLIR os cavaletes e santinhos?

  2. Muito boa essa tecnologia, aliás a imprensa poderia ajudar esclarecendo aos eleitores..que tem dois “desertores” enganando o povo do Paraná:

    Requião e Gleisi tem que respeitar o eleitor paranaense: queriam ser SENADORES, o povo votou e elegeu… os dois tem mais 4 anos de mandato para cumprir no SENADO e agora por PURA VAIDADE querem ser governadores. REQUIAO E GLEISI tem mais 4 anos para cumprir lá no SENADO… Esses dois mais atrapalham o Paraná, do que ajudam!

  3. Tem que haver uma LEI de que todo político já eleito para se candidatar a outro cargo devia RENUNCIAR AO SEU MANDATO. Quantos iam querer ser candidatos? Respondo com toda convicção: NENHUM.

  4. Enquanto o voto for um dever e não um direito Pindorama nunca vai ser uma democracia decente, veremos toda eleição se transformar neste show de horrores que hoje vemos. Gente despreparada, se valendo de chavões ridículos, slogans, piadas e outras idiotices. Mas é pena que as redes sociais não reflitam a verdade, raramente aparece alguém que diga receber algum destes tantos tipos de esmolas oficiais que se concedem por este Brasil todo, que vá votar contra o que está aí. Nas redes sociais somos todos eleitores conscientes e que não vendemos os nossos votos .

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