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Dois agentes são feitos reféns na penitenciária de Maringá

Do Bem Paraná:

Em mais uma rebelião no sistema prisional do Paraná, dois agentes penitenciários estão sendo mantidos reféns desde as 17h30 deste domingo (19) na Penitenciária Estadual de Maringá (região Norte). Segundo informações da Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (Seju) ao G1, sete presos renderam os funcionários e estão isolados em uma das galerias do presídio. Até as 19 horas, não havia informações sobre feridos.

Ainda conforme a Seju, dois dos detentos rebelados exigem transferência para a Penitenciária Estadual de Piraquara (PEP). A Polícia Militar (PM) e o Departamento Penitenciário Nacional (Depen) atuam nas negociações.

Antecedentes – A última rebelião que ocorreu no estado foi no dia 13 de outubro na Penitenciária Industrial de Guarapuava (PIG), na região central, e durou 48 horas. Treze agentes penitenciários e diversos detentos foram feitos reféns. Ao todo, oito pessoas ficaram feridas, sendo cinco presos e três agentes penitenciários.

6 Comentários

  1. Até quando vai essa rebeliões. Pelo que se nota o sistema prisional do Paraná esta um oba oba!

  2. Essas rebeliões precisam ser melhor analisadas. Vejamos a hipótese de que quem organiza as rebeliões nas cadeias do Paraná sejam agentes penitenciários ligados ao PT, com o objetivo de atrapalhar o governo do estadual. Isso acontece, inclusive, nos SENCES. É necessário fazer uma faxina entre os agentes e funcionários dessas instituições e tudo será resolvido. O GOVERNO PRECISA SABER DISSO.

  3. As rebeliões continuarão no Brasil enquanto trataram presos com hipocrisia. Tem de acabar com visita íntima, visita da família com contato pessoal, parara de atender o que os presos exigem. Nos EUA as visitas são através do parlatório, com o vidro e a conversa é pelo interfone. Porque aqui no Brasil as mulheres tem de ter contato com o preso, tem visita íntima, levam comida, cigarros e drogas para eles. Acabando com o contato pessoal já diminuiria as drogas na prisão, os telefones e tudo mais de ilícito. Outra coisa. A bandidada não quer saber de recuperação. O pessoa que está preso é uma escória, é lixo. não tem recuperação mesmo. Queimam colchões, o estado já providencia outros, destroem presídios e o estado reforma e reconstrói. Pega esse lixo e joga no meio numa ilha oceânica, com uma caixinha de fósforo, uma muda de roupa, cem metros e de linha e um anzol.

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