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Presidente de empreiteira citada na Lava Jato abre sigilo bancário

Da Gazeta do Povo

O presidente do Consórcio Camargo Corrêa/Iesa, Paulo Augusto Santos da Silva, colocou à disposição da Justiça os dados de depósitos, pagamentos e serviços prestados pelas empresas, por ele e sua esposa, assim como os respectivos sigilos bancários e fiscais. O consórcio atua nas obras da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, que são investigadas pela Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público Federal (MPF) na Operação Lava Jato. A suspeita é de que houve superfaturamento nas obras da refinaria.

Silva se antecipou a uma possível nova leva de buscas e apreensões de documentos, pedidos de quebra de sigilos e mandados de prisão decorrentes das ramificações da operação. As ações, divulgadas pelo jornal Valor Econômico na última quinta-feira, estariam para ocorrer nos próximos dias. Segundo o jornal, a PF e o MPF não planejaram ações “espetaculares” da Lava Jato para os dias que antecederam em respeito à Lei Eleitoral, que proíbe inclusive prisões no período.

O documento apresentado pela defesa de Silva diz que ele foi citado em depoimento de Marcio Bonilha, diretor comercial da Sanko Sider, uma das empresas investigadas por suposto envolvimento no esquema de desvio de dinheiro da Petrobras. “Dado que a imprensa vem noticiando a preparação de inúmeras medidas cautelares contra as pessoas físicas mencionadas nos depoimentos, o manifestante vem, por esta, com antecipação, colocar-se à disposição desta autoridade judicial para esclarecimento dos fatos”, diz o texto da defesa do empresário. O consórcio foi procurado pela reportagem, mas não deu retorno.

1 Comentário

  1. Este Paulo Augusto além de ter roubado muito para a empresa em que trabalha roubou muito mais para ele próprio!!!

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