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Addio, Brasile

pizzo

A decisão da Corte de Apelação de Bolonha de libertar Henrique Pizzolato, condenado a 12 anos e 7 meses de prisão do lado de cá, e não extraditá-lo é uma espécie de troco dado ao governo brasileiro por se recusar a extraditar o terrorista Cesare Battisti. Ninguém dúvida que Pizzolato tenha recursos lá fora para se manter, além de três apartamentos na Europa. Poderá continuar morando em Modena ou até escolher nova residência, com sua mulher Andrea Hass. Na prisão, Pizzolato melhorou seu italiano: está quase falando fluentemente. E não para de rir. Ri à toa.

6 Comentários

  1. Pizzolatto, continue morando muuuito bem na Itália. A vida é curta e es-
    queça o Brasil… não sou a teu favor mas do jeito que a coisa anda por
    aqui acho que o seu isolamento é compreensível…

  2. No dia em que Pindorama se der ao trabalho de construir presídios à altura dos estandares europeus, aí o ladrão fujão voltara para o lugar que lhe é devido. Enquanto isto pode ficar “vacacionando” pela bela Itália. Foi inaugurada a nova iluminação da Capela Sistina viu fujão, ela está realmente maravilhosa.

  3. ITALIANADA IDIOTA…. SE FOSSE PARA DAR O TROCO ELES DEVERIAM SER EXTRADITADO ESSE GATUNO DO DINHEIRO PÚBLICO, E FAZE-LO CUMPRIR PENA NA PAPUDA, POIS FAZIA PARTE DA QUADRILHA DO MENSALÃO. ERA MEMBRO DAQUELE GOVERNO CORRUPTO QUE ABRIGOU O GUERRILHEIRO BATTISTI, AÍ SIM SERIA O TROCO NOS PTRALHAS…TODA QUADRILHA DE AMIGOS DO LULLA NA CADEIA

  4. Complemento a notícia.
    Retirado da imprensa italiana. O juiz tinha outros motivos para nao extraditar Pizzolato. De acordo com ele não foram respeitadas regras do direito internacional como : Ausência do “duplo grau de jurisdição e ocultação, em detrimento do réu, das provas colhidas em inquérito paralelo – o 2474

    Sivelli ha quindi ricapitolato gli argomenti portati dalla difesa contro l’estradizione. In primo luogo, il fatto che in Brasile “non doveva avere il processo davanti al supremo tribunale” ma un processo “ordinario così come lo hanno avuto altri imputati che non avevano la pubblica funzione”. Poi “la violazione del doppio grado di giudizio” e “il fatto che non è stata consentita l’acquisizione di prove dell’indagine parallela”.

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