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Cada um no seu quadrado

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Em seu descanso na Base Naval de Aratu, na Bahia, Dilma Rousseff nem pensou em nomes para o novo ministério. Os mais chegados espalham que ela quer convidar figuras de respeito junto à sociedade, ligados ou não a partidos políticos que já desfrutaram, nos últimos quatro anos, de seu quinhão na máquina administrativa federal.

Esses mesmos partidos acham que suas participações no ministério continuarão, mudando apenas os nomes. Dilma estaria disposta a fazer “o seu governo” e, do lado de fora, o ex-presidente Lula é capaz de jurar que não interferirá na formação do novo ministério, não dará nem mesmo triviais palpites – se bem que não é todo mundo que acredita nisso.

4 Comentários

  1. Parreiras Rodrigues Responder

    Gente: esperar o quê duma senhora que faliu loja de 1,99, se fêz doutora no currículo e na cabeça, apenas aquele ninho de guacho.

  2. Doutor Prolegômeno Responder

    Conversa fiada. Se não negociar com os partidos vai acabar levando um impeachment. O presidencialismo tupiniquim-frankenstein de 1988 inviabiliza estas soluções. Vai fazer como Collor que, quando o barco já estava afundando, chamou personalidades suprapartidárias e notáveis da sociedade. Mas, já era tarde demais.

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