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Gleisi está assustada

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do Ucho.info

Coordenador da fracassada campanha da senadora Gleisi Hoffmann (PT) ao governo do Paraná, o ainda deputado federal André Vargas (sem partido-PR) vem adotando medidas desesperadas para tentar evitar a cassação de seu mandato por associação com o doleiro Alberto Youssef, o braço financeiro do esquema corrupção desmontado pela Operação Lava-Jato, da Polícia Federal.

As relações entre o deputado, Gleisi Hoffmann e o marido da senadora, o ministro Paulo Bernardo da Silva (Comunicações), são antigas e profundas. Vargas foi coordenador de campanhas de Paulo Bernardo à Câmara dos Deputados e os ambos já foram processados pela prática de “caixa dois”. Na campanha de 2010, André Vargas foi o principal financiador dos candidatos do PT do Paraná, tendo distribuído recursos para todos os eleitos pelo partido.

O destino de Vargas, que está a um passo de perder o mando e tornar-se inelegível, é acompanhado com preocupação por Gleisi e pelo marido, que temem pelo contágio em efeito cascata. A própria Gleisi foi acusada pelos delatores da Operação Lava-Jato como beneficiária de R$ 1 milhão do carrossel de corrupção que girava em algumas diretorias da Petrobras. A avaliação é que a cassação de André Vargas transformaria a ex-chefe da Casa Civil na bola da vez. Tanto é assim, que Gleisi peregrinou no Senado Federal, batendo à porta dos gabinetes, para tentar evitar sua convocação pela CPMI da Petrobras.

Em 11 de novembro, após sucessivos adiamentos, a CCJ decidiu rejeitar, em votação simbólica, o pedido do deputado. Vargas argumentou que as provas utilizadas como base para a recomendação de sua cassação foram ilícitas. O ex-petista é investigado por manter relações nada ortodoxas com o doleiro Alberto Youssef, preso na Operação Lava-Jato, deflagrada pela Polícia Federal em março passado. Entre as muitas estripulias que o colocaram no olho do furacão, Vargas viajou para o Nordeste em um jatinho pago pelo doleiro e também seria sócio de Youssef em um laboratório-lavanderia criado especialmente para lesar o Ministério da Saúde.

No recurso apresentado ao STF, a defesa de Vargas argumenta que o processo por quebra de decoro parlamentar resultou do vazamento ilícito dos primeiros dados da Operação Lava-Jato, relacionando o deputado com o doleiro Youssef na mediação de contratos da empresa Labogen e do laboratório EMS com o Ministério da Saúde. O parecer do Conselho de Ética da Câmara pode ser colocado em votação até o final deste ano. A iminência da votação teria motivado Vargas a recorrer ao Supremo, que se acolher o pedido suspenderá a tramitação do procedimento administrativo, acarretando a volta do processo ao Conselho de Ética.

4 Comentários

  1. É a vez de gleisi hoffmann e seu marido paulo bernardo se explicarem….
    pena, pois se esperava muito da moça!! agora, voltar para casa e criar os filhos…

  2. Alô, Presidiárias do PR! Responder

    Esta mulher defendeu a ‘internação de viciados em clínicas ‘evangélicas’ ‘, e usou de toda a força da casa (in)civil no apoiamento da medida. Pois, nada como um dia após o outro. É sabido que viciados pés-de-chinelo são torturados e até mortos nestas pseudoinstituições de ‘tratamento’ (e morte). Agora, quem poderá morrer na cadeia é esta mulher. Realmente, A Mão De Deus É Soberana.
    http://g1.globo.com/politica/noticia/2013/01/ministra-gleisi-defende-internacao-compulsoria-quando-necessaria.html

  3. À princesinha ainda resta o ofício de passar o segundo reinado da companheira babando no saco dela. Mas ao PB e ao ex-deputado vão caber o quê? Babar no saco de quem?

  4. FOI O PRINCIPAL FINANCIADOR DOS CANDIDATOS EM 2010, COM O DINHEIRO QUE ELE RECEBIA DO SÓCIO O “doleiro” ALBERTO YOUSSEF.

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