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Presidente da Urbs não descarta novo aumento de passagem

de Felipe Ribeiro, da Banda B:

Após a confirmação por parte da Urbanização de Curitiba (Urbs) de que a proposta do Governo do Estado para a renovação do subsídio da rede integrada não será aceito, o presidente da autarquia não descartou um novo aumento na passagem. Em entrevista ao jornalista Adilson Arantes na tarde desta segunda-feira (12), Roberto Gregório afirmou que a prefeitura toma todos os esforços para evitar o aumento, mas que a Urbs e o Fundo de Urbanização não podem assumir uma dívida que é do Estado.

“A proposta de renovação possuí vários problemas de ordem jurídica, administrativa e financeira. Por exemplo, prevê a assinatura para 1° de janeiro quando já estamos no dia 12. Na parte econômica, prevê uma redução de R$ 5,2 milhões mensais quando eles mesmos já possuem uma dívida de R$ 16 milhões com o Fundo de Urbanização e não dizem quando vão pagar”, afirmou Gregório.

A proposta prevê um subsídio mensal de R$ 2.307.296,67 para cobrir a diferença entre a tarifa técnica e a tarifa praticada, mas Gregório também questiona o calculo, já que no mês que vem será discutida a data-base de motoristas e cobradores. “Não podemos aceitar essa proposta uma vez que ainda possuímos uma indefinição grande. Se depender da Urbs, vamos manter pelo menos a integração operacional, com a Comec pagando a conta das empresas metropolitanas e nós as urbanas”, garantiu.

Questionamento

Em anos anteriores, o secretário de Estado do Desenvolvimento Urbano, Ratinho Júnior, chegou a questionar os valores das tabelas apresentadas pela Urbs, mas Gregório afirmou que a conta sai exclusivamente da catraca. “Já apresentamos todos os pareceres técnicos, eles por sua vez, ainda não licitaram o transporte metropolitano. Esse estudo deles não serve para discutir subsídio”, concluiu.

O Governo do Estado deve se pronunciar ainda nesta segunda sobre a recusa da proposta.

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